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Postagem do WhatsApp de Schnneyder. Será um sinal ???

 
Por Redação Fatos e Casos.


O cenário político de Timon, que parecia pacificado após as eleições de 2024, acaba de entrar em uma fase de turbulência. O que antes eram apenas sussurros nos corredores da prefeitura, agora ganhou as ondas do rádio e as conversas de esquina: o distanciamento entre o Coronel Schneyder (Subsecretário de Segurança do Estado) e o Prefeito Rafael é real, visível e "parece" sem volta.


O "Gelo" Político e a Ausência nos Palanques

Segundo fontes ouvidas pelo blog sob a condição de anonimato, Schneyder não esconde mais sua insatisfação com a atual gestão municipal. O distanciamento é físico e político. Aliados próximos ao governo relatam que o Coronel não tem mais mantido contato direto com o prefeito e sequer atende ao secretariado.

"O clima é de gelo total. Eles não dividem mais o mesmo palanque, não são vistos juntos em eventos oficiais e a sintonia que existia na campanha de 2024 desapareceu", revelou um interlocutor que circula entre pela Prefeitura Municipal.

O próprio Coronel não descartou uma possível candidatura quando foi indagado por um reporter da TV Meio, em um vídeo que circula pelas redes sociais, e afirmou que esse assunto será "trabalhado" com o Governo do Estado.


Polêmica na Mídia: O Assunto do Dia no "Programa do Galo
"

A crise ganhou proporções ainda maiores ontem 20/01/20260,  pela manhã.  O radialista Jorge Simplício, em seu programa de grande audiência na Rádio Celestial Web FM, trouxe o assunto à tona, detalhando o incômodo que a postura de Schneyder tem causado no núcleo duro da gestão Rafael. A repercussão foi imediata, com uma enxurrada de mensagens de ouvintes e participações que confirmam: a cidade inteira já percebeu que o grupo está "estremecido".


Ameaça ao Projeto de 2026

O ponto central do conflito é a sucessão para a Câmara Federal. Embora Schneyder tenha aliados em  cargos estratégicos na prefeitura, com sua esposa, Dóris Schneider, na Secretaria de Trânsito, além de aliados na Rodoviária e na Iluminação Pública, ele estaria sendo "cooptado" por grandes nomes da política estadual para lançar sua própria candidatura a Deputado Federal.

Essa movimentação é vista como uma afronta direta ao compromisso firmado anteriormente de apoiar a primeira-dama para o cargo. "Schneyder está sendo sondado por chapas que precisam de votos, e ele sabe que o seu capital eleitoral em Timon o coloca em posição de vantagem para negociar", afirma outra fonte de bastidor.


O Que Está em Jogo?

Se o rompimento for oficializado, o prefeito Rafael poderá enfrentar uma crise administrativa interna, já que áreas vitais como o Trânsito e a Iluminação possuem forte influência do grupo do Coronel. Por outro lado, para Schneyder, o voo solo pode representar a chance de se consolidar como uma liderança independente, desvinculada dos desgastes naturais da atual administração.


A pergunta que Timon faz agora é: Até quando esse "casamento de fachada" vai durar antes do divórcio oficial?


Vamos aguardar os próximos capítulos dessa novela mexicana...


Em reunião convocada pelo deputado Rafael Leitoa (PDT), no Ministério Público Estadual, na tarde desta segunda-feira (11), em São Luís, representantes das associações de Farmacistas de  Caxias e Timon, Vigilância Sanitária, Conselho Estadual de Farmácia e Sindicato dos Farmacêuticos do Maranhão, discutiram com o procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho e assessoria técnica, o cumprimento da Lei Federal LEI Nº 13.021/2014 que torna obrigatória a presença de um farmacêutico durante o funcionamento das farmácias.

Desde 2017, o deputado Rafael Leitoa vem buscando uma solução para esse problema. Nas cidades do interior do Maranhão a maioria das farmácias são de pequeno porte e necessitam de tempo para se adequar à Lei, sancionada em 2014. Em Timon, as farmácias pequenas, com menor faturamento e estrutura que as grandes redes, buscaram a formação de familiares para a adequação necessária à Lei, porém, mesmo assim o prazo se mostrou curto.

“Esta é mais uma reunião com o Ministério Público Estadual, convocada por nós, e recebida com atenção pelo Dr. Luiz Gonzaga, na qual conseguimos juntar mais uma vez todas as partes envolvidas. Neste encontro, afirmamos novamente que as farmácias de menor porte são essenciais para as cidades do interior e que estes estabelecimentos não querem que a Lei seja descumprida, pelo contrário, o que eles sempre pedem é um tempo maior para a adequação às necessidades. Desta vez, ficou acertada a criação de grupos de trabalho e reuniões regionais com os órgãos envolvidos, capitaneado pelas promotorias locais, com auxílio do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde – CAOP/Saúde”, reforçou Rafael Leitoa.

O representante da Associação dos Farmacistas de Timon – ASFATI, Ronaldo Gonçalves, ressaltou o empenho do deputado Rafael Leitoa e se mostrou otimista com o resultado da reunião. Segundo Ronaldo, o deputado Rafael é o protagonista destas discussões, pois já se tornou o grande defensor da causa dos pequenos farmacistas do Maranhão. E que, além de defender por várias vezes a classe na tribuna, o deputado ainda viabiliza reuniões com as partes envolvidas. “A perspectiva de um acordo para que as pequenas farmácias do Maranhão possam se adequar à exigência de assistência plena, de forma gradativa e iminente é nosso objetivo, porém, após a reunião, ficou condicionado um estudo pelas partes envolvidas, do impacto social da exigência sanitária, onde o Ministério Público será o mediador do acordo”, comemorou o farmacista timonense.

Ministério Público Estadual

O Procurador-Geral de Justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, lembrou que a reunião se tratou de uma questão polêmica e que por isto, não se chegou a um consenso, apesar dos avanços. “Continuaremos as discussões, juntamente com o CAOP/Saúde, reunindo todos os promotores dos municípios, visto que os membros do Ministério Público gozam de independência institucional, para firmarem um TAC, buscando um consenso e o cumprimento dessa Legislação Federal. Marcaremos os encontros regionalizados para buscar uma solução para este grave problema”, reforçou o Procurador.


Fonte: ASCOM
Deputado Federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP)


O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou na noite desta quarta-feira, 20, que continuará no comando da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, mesmo enfrentando protestos em todo o Brasil pedindo a sua saída. Durante a tarde, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), chegou a pedir à liderança do PSC para que o pastor renunciasse ao cargo.
Segundo o portal G1, o pastor anunciou a decisão após uma reunião com o líder do partido, André Moura. “Eu continuo e sou presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados”, disse ao deixar o gabinete de Moura. Ele não quis comentar se poderia vir a renunciar.
De acordo com Moura, o deputado deve continuar a “refletir” sobre sua permanência no cargo, enquanto enfrenta acusações de racismo e homofobia por declarações feitas em redes sociais, entre as quais chama os africanos de “amaldiçoados”.
Em um vídeo divulgado nesta semana, ele também criminaliza abertamente líderes do movimento LGBT, religiões afrodescendentes e militantes que defendem, entre outras bandeiras, a regularização da prostituição e o casamento igualitário.
Entre os personagens citados no vídeo está o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ). Segundo o parlamentar, o vídeo foi divulgado por um assessor de Feliciano e faz parte de uma campanha de difamação contra ele. “A divulgação desse vídeo é resultado de um contínuo processo de difamação por meio de uma campanha nojenta em que frases mentirosas são atribuídas a mim e vem sendo compartilhadas pelas pessoas em redes sociais. Elas me associam à pedofilia e a ataques aos cristãos, que são mentiras absurdas.”O deputado informou também que vai entrar com uma representação criminal na Justiça contra o pastor.
Em meio a tensão provocada por sua escolha, Feliciano não conseguiu comandar por mais de oito minutos nesta quarta-feira os trabalhos da Comissão em uma audiência sobre direitos de portadores de transtorno mental. Ele deixou a sala sob vaias e protestos de manifestantes. A sessão foi suspensa.
Deputados criam frente parlamentar
Em resposta à nomeação de Feliciano, um grupo de deputados criou nesta quarta a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos para assegurar a discussão de temas ligados à diversidade e às minorias, pautados pelos movimentos sociais e pelas populações historicamente excluídas. Segundo eles, a indicação do pastor para a presidência da Comissão inviabilizou esse debate.
A deputada Erica Kokay (PT-DF) enfatizou que a frente contará com uma estrutura horizontalizada e funcionará como um canal de diálogo com os movimentos sociais dentro do Congresso Nacional.
“Ela é um instrumento dentro da Câmara para que possamos levar adiante a luta em defesa dos direitos da pessoa humana, porque hoje a comissão não cumpre essa função”, disse, em um auditório lotado com representantes de movimentos sociais, lideranças religiosas e parlamentares de vários partidos.
A deputada acrescentou que a frente parlamentar não substitui a Comissão de Direitos Humanos, na medida em que “não tem estrutura, nem poder, por exemplo, para apreciar matérias legislativas”.
Outro integrante da frente, Wyllys explicou que a atividade do organismo será dividida em oito áreas temáticas, entre elas defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, dos povos indígenas e da população LGBT.
“Uma frente não aprova projeto de Lei, não relata, mas pode colaborar com o relatório de projetos nas comissões. A frente pode ajudar, por exemplo, um deputado a relatar um projeto que defenda os direitos de uma minoria, seja na Comissão de Direitos Humanos, na de Seguridade Social e Família ou na de Educação”, acrescentou.
Com informações Agência Brasil.