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Avanço que a população merece, reconhecimento e condições dignas que os feirantes precisam. Foi com esse propósito que, conforme acordado junto à Prefeitura de Timon e à Promotoria de Justiça, a comissão de representantes dos permissionários da Ceasa aceitou desocupar o espaço para o início das obras de requalificação da feira. Foram iniciados ontem (07.06) os serviços de desmonte das estruturas. Os trabalhadores irão concluir a retirada dos pertences até esta sexta-feira (08.06).
A comerciante Maria Luísa aprova os investimentos. “Tudo está seguindo tranquilamente. Estamos desocupando nossas barracas e agora vamos procurar pontos temporários para alugar, até a obra finalizar. A ideia dessa reforma é excelente porque todos nós ganhamos, trabalhadores e quem vier nos visitar”, comentou.

Entendendo que os feirantes não podem ficar sem exercer suas atividades e sustentar suas famílias, o governo municipal disponibilizará um aluguel social no valor de R$400,00 até o termino da obra. Cada comerciante terá o livre arbítrio para alugar seu novo ponto onde achar conveniente.
Através da sólida parceria entre Prefeitura Municipal e Governo do Estado, mais de sete milhões de reais serão investidos na reforma da Ceasa. Nesse primeiro momento, 700 mil reais já estão garantidos na conta do convênio. Com um projeto arrojado, a nova feira será uma das mais modernas do Maranhão. O mercado público vem com a proposta de tornar-se o novo cartão postal da cidade.
A obra de reforma e requalificação da Ceasa de nossa cidade, é importante para todos os timonenses, desde aqueles que lá fazem suas compras, como para aqueles que lá da Ceasa retiram seu sustento. Caso a obra não seja iniciada até a próxima segunda-feira (11/07), teremos um prejuízo incalculável para a cidade como um todo, uma vez que não haverá tempo hábil para a concretização do convênio firmado para a execução da obra sem o desrespeito à legislação eleitoral. Não vejo sentido, alguns que fazem política, tentarem induzir pessoas a tomarem atitudes que só vão atrapalhar o andamento da obra e prejudicar todos que ali trabalham em a obra não acontecendo. Etapas mais complicadas já foram superadas, como o projeto, que custou 150 mil reais ao poder municipal, e principalmente garantir o recurso, uma vez que hoje temos depositado na conta do convênio firmado entre a prefeitura e o governo do estado o valor de 700 mil reais para dar início à obra. Dando publicidade do valor total do convênio e a contribuição de cada ente apresento os valores a seguir:

R$ 7.096.322,68 - Estado
R$ 373.490,67- Município
Total do Convênio: 7.469. 813,34.

Mais uma vez deixo claro que se a reforma não começar na segunda-feira poderemos perder a oportunidade de revitalizar nossa Ceasa, mudando a imagem daquele equipamento que hoje, não dispõe de condições para a prática das atividades lá desenvolvidas, prejudicando a todos que ali garantem seu sustento, pois a situação que se encontra hoje, foi condenada pela vigilância sanitária e pelo Corpo de Bombeiros, tendo o Ministério Público acompanhado ativamente toda a situação. Esse momento não é para se politizar e sim unir forças para que possamos mudar essa realidade, e garantir uma Ceasa melhor para todos nós.
Todo o processo envolvendo essa questão da Ceasa foi sempre transparente, desde o início, e sempre contou com a constante participação dos feirantes e permissionários. Foram três reuniões gerais, onde todos foram devidamente convocados para ouvir informes gerais sobre o como seria o desenvolvimento da obra e a forma como cada um deveria ser acomodado durante o período da reforma. Importante frisar que todas as reuniões foram devidamente registradas (registro documental, fotográfico e de vídeo), de forma a termos toda a segurança e transparência em nossos atos.

Dessas reuniões gerais nasceram grupos setoriais (representantes de cada segmento), com o objetivo de discutir mais especificamente a situação de cada grupo. Infelizmente, o grupo dos representantes de bares e restaurantes não se consolidou (não houve designados por parte dos próprios feirantes), pois ratifico, pela transparência do processo, a Prefeitura não interferiu na formação de qualquer dos grupos que representam os segmentos setoriais, ou seja, não indicou nenhum representante.

Mesmo sem a formação de tal comissão de representantes, a Prefeitura se propôs a firmar acordo com estes, se dispondo a pagar um valor de 300 reais para que os mesmos pudessem alugar um ponto durante o período da obra, para dar continuidade em suas atividades. Além disso, toda a remoção dos bens dos permissionários será realizada também pela Prefeitura, com o objetivo de não onerar eles com essa despesa da remoção.
Dos 32 permissionários de bares e restaurantes, em torno de 18 pessoas já aceitaram a proposta inicial apresentada pela Prefeitura, sendo que 12 já formalizaram o acordo com a Procuradoria do município.

O esforço do Poder Municipal em melhorar a imagem da Ceasa terá reflexo também no entorno, pois após uma reforma tão importante, não podemos esquecer e deixar de requalificar e reordenar também o entorno. As pessoas que hoje exercem alguma atividade no canteiro central da rua 100 (em trailer ou barraca) e os mototaxistas serão recebidos nessa sexta na Prefeitura, pois tratamos inicialmente dos que estão alocados dentro da Ceasa, e agora em momento posterior atendo os que estão no entorno para também discutir a situação deles, assim como discutimos, ouvimos e apresentamos aos permissionários e feirantes da Ceasa. Tenho consciência de todo o esforço feito para que pudéssemos conseguir chegar nessa etapa (projeto, captação do recurso, viagem à São Luís com alguns feirantes, assinatura do convênio, licitação, reuniões com as pessoas que trabalham na Ceasa) e se a reforma não acontecer, a Ceasa terá que ser fechada, pois como disse anteriormente, temos ações nesse sentido baseadas em relatórios da vigilância sanitária e laudos do Corpo de Bombeiros, frisamos, tudo fruto do acompanhamento do Ministério Público. Espero que algumas pessoas que fazem política em nossa cidade, possam olhar a cidade além das eleições, pois a política passa e a Ceasa ou qualquer outra importante intervenção fica para o nosso município e para quem aqui reside. Vejo essa ocasião como um momento de unir forças, e não de provocar discórdia ou induzir pessoas a terem atitudes que em nada contribuem para solucionar a situação atual. Se algumas pessoas que fazem política em nossa cidade não atrapalharem, já seria o bastante. Estou fazendo a minha parte enquanto Prefeito, até por que só temos duas alternativas:

1- Ou a reforma começa até segunda feira próxima dia 11/07/2018 (se não iniciarmos, não teremos tempo da empresa que ganhou a licitação iniciar a obra dentro do cronograma estabelecido, e pela particularidade desse ano ser um ano eleitoral, corrermos o risco de não se fazer a reforma por descumprimento ao que a legislação eleitoral impõe);

2- Ou a Ceasa terá que fechar devido as condições verificadas pela Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiro e Ministério Público.

Espero que possa dar tudo certo e ainda acredito no bom senso das pessoas. Caso contrário, aqueles que agora estão induzindo as pessoas, assumam a responsabilidade de seus atos e possam encontrar um local para centenas de pessoas que ali trabalham, ou façam a reforma da Ceasa com recursos próprios.

Volto a repetir o que disse; não será permitida a venda de bebidas alcoólicas dentro da Ceasa. Isso já foi explicado a todos que vendem bebidas, que para permanecerem com suas atividades na Ceasa após a reforma, ali terão que se adaptar a um outro ramo que seja na área alimentícia, para manter um espaço fixo dentro da Ceasa. Dentro desse propósito, vamos auxiliar na qualificação de todos, com o objetivo único de melhorar os serviços prestados e aumentar as vendas em nossa nova Ceasa.

Dando tudo certo nossa CEASA terá alguns pontos importantes.

1- Um lugar higiênico e de acordo com as exigências da vigilância sanitária, permitindo assim termos um lugar de alimentos e produtos sem riscos de contaminação no local;
2- monitoramento por câmeras;
3- fiscalização e organização;
4- internet para permissionários e clientes;
5- segurança armada;
6- qualificação de todos os feirantes para melhorar nas vendas;
7- padronização de uniformes;
8- atualização do estatuto e regulamento interno discutido e debatido com todos que ali trabalham;
9- divulgação da nova Ceasa, afim de atrair mais clientes;
10- requalificação do entorno.

A imagem que deixamos para muitos que por aqui passam por nossa cidade na BR 316 é “se o principal local de vendas de alimentos é assim, como não será esse povo de Timon”?

Queremos dentre outras coisas, aumentar a autoestima de nosso povo, melhorando a imagem de tão importante ponto em nosso município, dando condições aos que trabalham e aos que fazem suas compras.
Encerro afirmando que “Não se pode politizar uma coisa que é tão importante para nossa cidade“

Luciano Leitoa, Prefeito de Timon.

Em solenidade ocorrida na tarde desta quarta-feira (14) no Palácio dos Leões, em São Luís, o deputado Rafael Leitoa participou da assinatura do Convênio entre a prefeitura de Timon e governo do estado para reforma e ampliação da CEASA no município. Com a presença do governador Flávio Dino, do secretário de Infraestrutura do Maranhão, Clayton Noleto, do prefeito Luciano Leitoa e do vice João Rodolfo, dos deputados Bira do Pindaré e Weverton Rocha, e permissionários da CEASA de Timon, o documento foi assinado, representando o início da realização de um sonho de feirantes e população.

Durante a manhã, ainda em sessão na Assembleia Legislativa, o deputado Rafael já havia destacado mais essa parceria entre o governo e a cidade de Timon. “É um momento importante para o nosso município, pois, a partir da assinatura do convênio, haverá um prazo para a publicação e em seguida a comunicação para esta Casa, para que a gente possa acompanhar a execução desta importante obra. Agora é aguardar essa tramitação para o início da obra e ver nossa CEASA, referência na vida diária da população, reformada e ampliada em seus serviços", informou.

Na assinatura do convênio, após emocionado agradecimento e reconhecimento de Luciano Leitoa para as realizações e parcerias já estabelecidas entre Governo e a Prefeitura de Timon, o governador Flávio Dino ressaltou o momento vivido desde o início de seu governo, em que todos são tratados como iguais e a distância do Palácio dos Leões, antes fechado para os interesses do povo , agora é casa aberta para assinatura de importantes convênios, ferramentas de desenvolvimento. 

“Representamos uma mudança real, em que se governa pra todo mundo, independente do sobrenome e origem. Acolhi o pedido do prefeito Luciano Leitoa por que esta não é uma obra minha, a reforma da CEASA é uma obra nossa, é de todos os cidadãos. Reconheço que em cada um de vocês tem uma longa história. De acordar cedo, de ver o dia nascer, de lutar e acreditar num futuro melhor”, destacou Flávio Dino.
Equipe intensifica a limpeza

A Prefeitura Municipal de Timon determinou à nova administração da Ceasa que reurbanize o local até o período da Semana Santa, que inicia no dia 29 de março. No lugar foi encontrado muito lixo, o que provoca um grande mau cheiro.


Raimundo Nonato de Lima, diretor geral da Ceasa, disse que recebeu do prefeito da cidade, Luciano Leitoa, metas para executar imediatamente. Algumas já foram realizadas como a troca de todas as lâmpadas, o recolhimento do lixo, implantação de segurança noturna e limpeza completa da caixa d’água. Estão em andamento o conserto dos banheiros e das grades e a instalação de câmaras de monitoramento.

O diretor da Ceasa destaca que a limpeza da caixa de água foi a medida mais emergencial. “A caixa d’água estava muito suja. Usuários e permissionários da Ceasa estavam consumindo uma água de péssima qualidade, quase uma lama. O operário que limpou a caixa disse que no local foram encontrados dejetos de fezes de urubus e folhas de árvores. A caixa estava sem tampa há anos, pois ela havia sido levada por uma tempestade para a copa de uma árvore próxima”, contou Lima.

Atualmente a Ceasa conta com 12 garis trabalhando na varrição, diuturnamente e o lixo é recolhido três vezes por dia. O galpão central será ampliado para abrigar os feirantes que hoje invadem e tumultuam as ruas. Em breve, no local em que hoje existe um amontoado de quiosques, será construída a rodoviária rural.

SECOM/PMT