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Maranhão, nos dicionários, significa grande malandragem, velhacaria em grande escala. A impressão que se tem é a de que as tribos Murad/Sarney despendem toda sua energia para fazer jus à definição.

O tapetão jurídico que as famílias Murad/Sarney armaram no município de Coroatá não terá efeito prático nenhum na campanha eleitoral deste ano. Não há possibilidade de acontecer a mesma coisa que se passou com Jackson Lago, que venceu nas urnas e foi retirado do poder pelo grupo de Sarney em 2011 após manobra na Justiça. A situação em 2018 é completamente diferente.

Entenda as dez razões por que a sentença da juíza Anelise Reginato, dada a pedido dos Murad, em Coroatá, não muda a campanha:

1) A juíza é de primeira instância e não pode declarar a inelegibilidade de um governador de Estado.
2) A sentença é baseada no argumento de que o Governo do Estado levou o programa “Mais Asfalto” para Coroatá. A peça não traz nenhum indício de irregularidade.
3) A ação foi pedida por Teresa Murad, mulher de Ricardo Murad (ele é concunhado de Roseana e ambos são aliados de Sarney). É uma ação política.
4) A juíza Anelise já disse, nas redes sociais, que se “sente em casa” na TV Mirante, de propriedade dos Sarney.
5) A mesma juíza é casada com filho do radialista Herbert Fontenele, falecido em 2015, e ex-funcionário por muitos anos do Sistema Mirante.
6) A juíza apagou a conta do Facebook após essas informações virem à tona.
7) Os Sarney e os Murad ainda têm muito dinheiro e poder, mas já perderam muito dos privilégios que tinham. Hoje não comandam mais a Justiça. Uma decisão isolada em Coroatá não será respaldada pelos tribunais.
8) Flávio Dino tem muito mais apoio político do que tinha Jackson Lago. Não há possibilidade de haver um golpe contra sua candidatura.
9) Flávio Dino lidera todas as pesquisas com 60% dos votos válidos. É um dos mais altos índices em todo o país. A população não aceitaria que um tapetão jurídico tirasse o governador da disputa.
10) Flávio Dino vai protocolar nesta quinta-feira (09) o registro da candidatura na Justiça Eleitoral, prova de que continua na disputa.
Fonte: Bog Nocaute
Sarney desiste e o Brasil agradece.
O senador José Sarney (PMDB-AP) desistiu da candidatura à reeleição. É o que informa o jornalista Luiz Melo, amigo de Sarney, em sua fanpage no Facebook.

Leia:

 “É definitivo.
Sarney não vai mais disputar o Senado, me disse pelo telefone, hoje.
Tem pesquisas recentes que o credenciam a mais um mandato, mas levou em conta estado de saúde e pedido da família (dona Marly).
Foi Dilma quem primeiro ficou sabendo, em Brasília, antes do embarque pra Macapá, hoje.
Me falou que vem à convenção do PMDB na sexta, 27, quando leva decisão à boca do palco.

Sem exercer nenhuma influência, deixa por conta do partido indicação do candidato peemedebista pro Senado, em outubro.
Também não vai interferir junto a Lula sobre com quem o Petê deva ou não coligar, mesmo admitindo fazer torcida pra que venha a ser com PDT e PMDB.

Sarney, que se elegeu deputado federal pela primeira vez em 1954, deixa a política partidária aos 85 anos e vai agora se dedicar um pouco mais à literatura, a partir da conclusão de sua biografia de vida, que ele próprio já vem escrevendo há algum tempo.

Soou categórico.
Deixa a política partidária, mas a política pra ele vai continuar sendo o seu sonho de consumo.

Não carrega mágoas nem ressentimentos, porque nunca foi de fazer lambanças e sempre procurou agir de forma amena e cautelosa, respeitando adversidades, mas acima de tudo em defesa intransigente do que poderia ser melhor para o Brasil.

Falou que antes da convenção emite nota do próprio punho, com explicações mais detalhadas sobre a sua passagem pelo Amapá, um estado que aprendeu a amar e do qual nunca se desligará, pouco importando não estar mais exercendo mandato eleitoral.”

(Luiz Melo)

Hoje em Macapá, Sarney viveu momentos constrangedores diante da presidente Dilma Rousseff  quando foi vaiado por milhares de pessoas na inauguração do Conjunto Habitacional Macapaba. As vaias repercutiram na imprensa nacional.

Eleito senador pelo Amapá em 1990 e reeleito em 1998 e 2006, Sarney inaugurou a censura aos blogs em 2006 e fica na história como o político que em campanha eleitoral mais censurou a imprensa amapaense.
Em 2006, última vez que disputou e ganhou mais um mandato de oito anos, ele moveu mais de cem ações contra jornalistas e blogueiros amapaenses.

É de estarrecer o comportamento de membros da oligarquia que se propõem ao serviço ‘sujo’ de atingir pessoas meramente por perseguição ou interesses políticos contrariados.
Desqualificar o prefeito Edivaldo Holanda Júnior por não ter participado de um evento de carnaval querendo associar, de maneira torpe, tal fato a sua condição religiosa é no mínimo desleal, rasteiro, jogar baixo.
É notório que o atual prefeito é evangélico. Foi criado no evangelho, desde criança, e assim continuou durante sua carreira política como vereador, deputado federal e agora prefeito. A população, sabendo disso, não por menos lhe fez o vereador e, por conseguinte, o deputado mais votado de São Luís, independente do seu credo e apeguismo a Deus.
Agora, em 2012, na campanha de prefeito, não foi diferente. Edivaldo foi eleito e todos já sabiam da sua fé, cantada e decantada durante toda a eleição. Afinal, qual o problema nisso? Ser um servo de Deus, seguidor – de verdade – dos seus ensinamentos é uma grande virtude, e não defeito! Não há nada que desabone Edivaldo neste item. É conferido em um estado laico em que vivemos o cidadão optar pelo que achar melhor no campo religioso. Seja católico, espírita, judeu etc.
Dizer que foi desrespeito à população o prefeito não ter ido ao evento de entrega da chave da cidade é querer distorcer, descontextualizar e manipular os fatos. Todos esses termos desairosos aí.
Vejamos bem. Provando que seu credo religioso não se misturará com os atos da sua gestão, uma vez que governa para todos (não somente um segmento), Edivaldo investiu na realização do carnaval. Além do circuito da praça Maria Aragão, ele descentralizou a festa em vários bairros da cidade.
A intenção é levar para mais perto dos moradores as brincadeiras, atitude enaltecida pelos brincantes.
Assim sendo, pois bem, cai por terra o argumento de que o prefeito, por ser ‘crente’, não iria realizar a festa momesca. A fez e ainda equacionou parte dos recursos a Saúde, medida correta/sensata aprovada pela população.
Quanto às críticas de que não foi à cerimônia de entrega simbólica da chave da cidade à Corte Momesca de 2013, Edivaldo (certamente trabalhando) designou como autoridade para tal o vice-prefeito, Roberto Rocha, que legitimamente abriu oficialmente o carnaval de São Luís.
Neste caso, a prefeitura esteve representada. Nenhum problema nisso, nenhum desrespeito. Ou a ausência de Edivaldo prejudicou a população e a cidade? Houve mortos e feridos, prejudicados ou lesionados por conta disso? Evidente que não. Nem poderia.
Seria falta de respeito, sim, todos nós concordaríamos, se a Prefeitura ficasse alheia ao Carnaval bem como não direcionasse nenhum investimento ou estrutura para a festa pagã. Daí os críticos teriam toda razão. O que não ocorreu.
Vale ressaltar que há católicos, espíritas, budistas etc. que não gostam do carnaval, preferem se recolher, ler, orar, rezar, meditar em vez da prática do hedonismo, aos prazeres da carne que em nada colaboram para o crescimento espiritual. Sem falar de todos os abusos, práticas de violência e, até às vezes, mortes que ocorrem neste período. Vale aqui meditação: se fosse um prefeito católico, caso faltasse no evento citado acima, será se falariam também que este não teria comparecido por ser católico? Hum…
Se a simples presença em festas e eventos carnavalescos significasse algo, o Maranhão não seria um estado atrasado, pobre, ocupando sempre os últimos lugares nos indicadores sociais, pois quando o assunto é show, baladas e zoação a governadora Roseana é frequentadora assídua, Expert no assunto. Já quando é para trabalhar… É preferível o trabalho às festividades.


(Do Blog John Cutrim)
Deputado Waldir Maranhão (PP-MA)



 “Nossa posição é contra todo esse desmando que existe no Maranhão instalado com a família Sarney”, declarou o deputado federal Waldir Maranhão (PP). Em contato com o blog neste domingo, o deputado reafirmou que continua no campo das oposições ao governo Roseana Sarney (PMDB) que, segundo o parlamentar, é responsável pelas mazelas do povo maranhense.
 
Seguro nas palavras, Waldir afirmou que o PP, um dos maiores partidos do país e do qual é presidente no MA, defende uma mudança de postura frente aos problemas do estado. “Somos oposição ao grupo Sarney. Não podemos continuar aceitando um grupo político que durante 50 anos não conseguiu resolver os problemas do Maranhão,” analisou.

Firme no novo caminho político a trilhar do lado da oposição, decisão esta ratificada desde a eleição municipal do ano passado, Maranhão, deputado de bom trânsito no Congresso Nacional e com grande influência perante a classe política nacional, disse ainda que há grandes possibilidades das forças de oposição a oligarquia Sarney sair vencedora nas próximas eleições, já que existe a reunião de grandes nomes e siglas e bons projetos para o estado. Delas, fazem parte, além do PP, legendas do campo democrático popular como o PCdoB, PSB, PDT, PTC, PPS, PRP, PRTB, parte do PT e do PSDB.

“Hoje temos muito bons nomes que conduzem novos projetos para o Maranhão e que podem ser boas alternativas para o nosso estado. Tanto o Flávio Dino quanto a Eliziane Gama, além de outros nomes como o Domingos Dutra e tantos outros representam essa ideia que a classe política tem de mudar a realidade do nosso estado,” afirmou.

Para Waldir, todos os líderes políticos do campo de oposição ainda precisam discutir qual o melhor caminho para vencer as eleições ao governo do estado em 2014. “Há muitas possibilidades, existem muitas forças políticas em jogo, seja com um candidato ou mais de um. Seja como for, o PP estará ao lado daqueles que entendem que o Maranhão precisa mudar.”


De Jonh Cutrim