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TIMON/MA – Uma operação de fiscalização explosiva do Conselho Regional de Odontologia do Maranhão (CRO-MA) no início deste mês acaba de lançar uma bomba sobre a saúde bucal em Timon, revelando um cenário de abandono e irresponsabilidade que coloca a população em risco iminente! O que era para ser um simples "pente-fino" nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e no Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) da cidade, se transformou em uma descoberta chocante de falhas grotescas e um alerta vermelho para as autoridades.

Cenário de Horror nas UBSs e CEO: Mofo, Ferrugem e Falta de Material Básico!

Prepare-se para o que foi encontrado! A equipe do CRO-MA se deparou com um pesadelo dentro das instalações públicas de odontologia. Relatórios iniciais apontam para inadequações estruturais e sanitárias gravíssimas: imagine paredes tomadas por mofo, equipamentos odontológicos enferrujados – sim, ferrugem! –, ventilação precária que sufoca e consultórios com a estrutura física comprometida. Mas o horror não para por aí: há relatos assustadores de escassez alarmante de materiais básicos, deixando dentistas de mãos atadas e a população desassistida. É um completo desrespeito com a dignidade dos pacientes e dos profissionais!



Clínicas Privadas na Mira e Denúncia de Exercício Ilegal!

A fiscalização não poupou ninguém! Além do caos na rede pública, clínicas privadas também foram alvo, com o CRO-MA verificando se as normas do Conselho Federal de Odontologia (CFO) estavam sendo seguidas e se havia profissionais irregulares. E o pior: a operação culminou em uma denúncia formal à 4ª Delegacia de Polícia Civil de Timon sobre o exercício ilegal da profissão de odontologia! Alguém está brincando com a saúde da nossa gente sem a devida qualificação, e o CRO-MA está agindo para parar essa aberração!

Confronto com a Coordenadora e Pressão por Providências Imediatas!

Em um movimento audacioso, a equipe do CRO-MA não hesitou em confrontar a coordenação de saúde bucal do município; que é vinculada a Secretaria Municipal de Saúde de Timon; para exigir explicações sobre essa situação calamitosa. O Conselho está determinado a garantir condições dignas de atendimento e trabalho!

Diante da gravidade escandalosa dos problemas, o CRO-MA não se calou! Um relatório técnico avassalador foi enviado com urgência para a Vigilância Sanitária Municipal e Estadual, e principalmente para o Ministério Público do Maranhão, exigindo providências imediatas e implacáveis! A saúde da população de Timon não pode mais esperar!

Aliança Contra o Caos: CRO-MA se Une ao Piauí!

E a luta continua! A ação incluiu uma visita estratégica ao CRO do Piauí, onde os conselhos planejam unir forças para intensificar as fiscalizações conjuntas e, finalmente, dar um basta no exercício ilegal da profissão que tanto prejudica a sociedade. A guerra contra a irresponsabilidade na odontologia está declarada!


O que você acha dessa situação revoltante em Timon? Deixe seu comentário e compartilhe essa notícia para que mais pessoas saibam da gravidade do que está acontecendo na saúde bucal da nossa cidade!


Ocorreu no bairro Cidade Nova III, na manhã desta quinta-feira (28), a entrega de mais uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de R$ 722.141,41 (setecentos e vinte e dois mil, cento e quarenta e um reais e quarenta e um centavos), com contrapartida do município de R$ 210. 141,41 (duzentos e dez mil, cento e quarenta e um reais e quarenta e um centavos).

“A saúde no Brasil, num quadro geral, não é fácil, não é simples. E aqui no município, as pessoas por muitas vezes não entendem bem o fluxo das coisas e acabam buscando atendimento em outros lugares, o que causam dentro da administração pública um grande tumulto, já que não houve o filtro por meio da Atenção Básica e para isso, requer profissionais que estejam sempre disponíveis, prontos e preparados para emitir um bom atendimento”, falou o gestor.

Ainda durante sua fala, o administrador municipal falou sobre as dificuldades de se entregar um equipamento como a unidade de saúde. “Muito mais do que a obra, no valor de mais de 720 mil, temos o custeio da obra, a manutenção com energia, medicamentos, insumos, tudo isso geram gastos que não são tão baratos.  As pessoas que não compreendem, falam que a prefeitura recebe milhões de reais, mas não sabe como é feito para dar conta dos gastos gerados na administração, como o da folha de pessoal que são de 20 milhões por mês.  Você imagina um custo desse no meio de uma crise que vivenciamos e mesmo assim ainda conseguir inaugurar uma UBS como esta que não é tão simples. Então, tem muita coisa por fazer ainda em Timon, mas sabemos que força de vontade e compromisso de todos da gestão, conseguiremos fazer mais investimentos”, pontuou o prefeito.
O secretário Municipal de Saúde, Márcio Sá, agradeceu ao deputado Rafael Leitoa e falou sobre o sucesso da gestão municipal na área de saúde, mesmo diante da crise nacional. “Mesmo com toda a crise, nossa rede municipal funciona plenamente. Essas obras, parte delas são financiadas pelo Governo Federal, mas precisa da contrapartida do município, um aditivo para melhoramento, como também para compra dos equipamentos e o deputado Rafael foi um grande colaborador nesse caso. Sabemos que não é fácil, mas o prefeito tem dado o seu melhor para trazer para a nossa cidade grandes obras como esta. São 18 UBS novas. Essa é a 14°, nos próximos 60 dias estaremos entregando as outras que faltam”, informou o titular da SEMS.
A UBS disponibiliza consultas médicas, ações de Educação em Saúde, atendimento odontológico, controle de tuberculose e hanseníase, vacinas, medicamentos de Atenção Básica (fornecidos para tratamento de doenças cardiovasculares, diabetes, contraceptivos, além de antiinflamatórios, antitérmicos, antibióticos, entre outros).



A
partir de agora, a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Timon conta com mais um pilar: o Núcleo de Educação Permanente – NEP.  Dezoito componentes da equipe multiprofissional, entre enfermeiros, médicos, técnicos de enfermagem e condutores, serão capacitados para melhor atender a população.

Os profissionais em saúde receberão instruções em: Atendimento Pré-hospitalar (APH), Suporte Básico de Vida (SBV), capacitação avançada para atendimento pré-hospitalar ao trauma (PHTLS), além de ensinos em Suporte Avançado Infantil. Renovando semanalmente os conhecimentos e técnicas de atendimento em urgência e emergência, a equipe do SAMU estará cada vez mais apta a atender moradores de todas as idades.

Terezinha Leal, diretora do SAMU 192 Timon, explica: “O NEP Timon é uma equipe formada por três médicos, sete enfermeiros, cinco técnicos e três condutores, onde todos receberão orientações semanalmente, por tempo indeterminado, uma vez que esses profissionais tornam-se, ainda, mentores de seus colegas de profissão. Nosso sistema passa a ser regional, assistindo também as cidades de Parnarama, Matões e São Francisco”.

(ASCOM/PMT)

Secretário Estadual de Saúde, Marcos Pacheco
“Toda criança assistida, toda gestante acolhida e todo idoso bem cuidado”. Com essas palavras o secretário de Estado da Saúde, Marcos Pacheco, definiu a missão dada pelo governador Flávio Dino para um das mais importantes segmentos da administração estadual. Marcos Pacheco participou durante a tarde de terça-feira (17) de uma reunião com a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa. Na ocasião Pacheco apresentou o resultado dos primeiros 80 dias de trabalho à frente da pasta, o projeto que será desenvolvido nos próximos anos, ouviu as demandas e sugestões dos parlamentares e destacou ao longo de toda a reunião a missão da atual gestão.

Para o presidente da Comissão de Saúde da Casa, deputado Stênio Rezende (PRTB), o debate foi construtivo e os parlamentares saíram satisfeitos com as respostas dadas pelo secretário, independente de partido ou posição política. Segundo Rezende, a reunião serviu para mostrar um novo rumo a Saúde. “Ainda estávamos num momento onde construir era a grande solução, mas é hora de voltar a Saúde para a Atenção Básica”, argumentou o deputado.

Para Marcos Pacheco é importante alinhar as ações do Governo do Estado com o Ministério da Saúde e prefeituras fortalecendo as 19 Regionais de Saúde tendo como princípio a Atenção Básica em redes. Sobre a conversa com os parlamentares, Pacheco destacou que a ideia é de um Governo peregrino que discute e que ouve: “Quanto mais a gente ouvir e mais discutir, mais acertada serão as decisões.”

Marcos Pacheco demonstrou, com dados da secretaria, que recebeu a secretaria com mais de R$ 185 milhões de restos a pagar. Desse valor, o atual governo já pagou R$ 150 milhões. Sobre os recursos destinados a Caxias, que a deputada Andrea Murad (PMDB) tanto reclamou, Pacheco afirmou que é justamente um investimento que terá que ser feito para acabar com uma vergonha para o Estado.

“Precisamos criar uma barreira assistencial com reforço em Timon e em Caxias, independente de quem seja o prefeito. É preciso parar de ter maranhenses atendidos em Teresina. Passar os recursos para o Piauí é assinar um atestado de incompetência”, afirmou.
Avanços

O secretário pontuou vários problemas encontrados na rede de Saúde, tais como retrocesso assistencial com hospitais de “porta aberta” superlotados; ausência de fluxos assistenciais regulados com base em protocolos clínicos; baixa resolutividade na Atenção Básica, apesar da “alta” cobertura; doenças crônicas transformando-se em agravos críticos; epidemias de trauma e agravos por causas externas; ausência de impacto nos indicadores de saúde (hospital não melhora indicadores, apenas os confirmam).

Além disso, o Maranhão ainda apresenta altas taxas de mortalidade infantil, mortalidade materna, mortes por agravamento de doenças crônicas como diabetes e hipertensão e alta prevalência de hanseníase.

Apesar de várias dificuldades, nos 80 dias de gestão da Saúde importantes avanços foram conquistados ou estão em processo de implantação, tais como a articulação efetiva do Samu com as UPAs; articulação de uma regulação “amigável” de leitos com vistas à sua unificação para regulação integrada no Estado; ampliação do acesso à radioterapia na região de Imperatriz e à quimioterapia na região de Caxias; elaboração do edital público para concurso de projetos de OSCIPs e OS; Instituição da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares; elaboração de edital  público para concurso de ingresso na Força Estadual de saúde do maranhão; Cronograma de reinauguração da Maternidade Benedito Leite e Manutenção da Nova Maternidade da Cohab e cronograma de inauguração dos Hospitais de 100 leitos.

Terceirizados em dia

A deputada Andrea Murad voltou a dizer que a secretaria estaria atrasando salários dos funcionários terceirizados, salários que ficaram atrasados pela gestão do pai da deputada e tentou fazer alarde de risco de greve. “Não há nenhum indício de greve. As folhas das OSCIPS estão em dia. Mesmo com dívida milionária e com a folha atrasada pela gestão anterior, regularizamos o pagamento”, afirmou o secretário Marcos Pacheco.

Atendimento das UPAs

O secretário Marcos Pacheco admitiu que hoje as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão mais lotadas do que no ano passado. Mas explicou os reais motivos. Além de um momento de saúde complicado, a barragem da gestão anterior aos serviços para pacientes que chegavam em ambulâncias do SAMU, para prejudicar a prefeitura de São Luís, mantendo os Socorrões lotados e as UPAs com uma demanda muito menor.

“Estamos em um momento de sazonalidade por conta de uma virose que está grande, e logo vai passar. E o principal é que hoje não fazemos seletividade de demanda. A UPA é aberta e vai continuar a aberta para quem chegar, não importa se em ambulância do SAMU, onde for. Os Socorrões sempre carregaram o excesso de demanda nas costas. Hoje, o Hospital Carlos Macieira também tem excesso porque abrimos a todos”, afirmou.

Leite especial

Sobre o risco do desabastecimento de leite especial por problemas em licitação, Pacheco explicou que o leite que está sendo entregue ainda é saldo de estoque e que houve um erro de digitação quando se comunicou que a licitação seria em um domingo. “Ainda não foi licitada nova empresa. Graças a Deus, tínhamos ainda saldo de entregue, que nos foi entregue e o fornecimento prossegue. Este saldo dá pra cerca de 60 dias. Até lá concluímos a licitação emergencial”.

Hospitais

Em geral, as dúvidas ficaram por conta do encaminhamento aos hospitais de 20 leitos que foram planejados pela gestão anterior, mas que por decreto não são financiados pelo Ministério da Saúde. Para o secretário, a alternativa será analisar caso a caso, mas afirmou que não haverá desperdício do dinheiro público em relação aos que já foram construídos.

ascom
Equipes da saúde do Município e do Estado 

O secretário de saúde de Timon, Marcio Sá, esteve reunido na manhã desta quarta-feira (11) com os diretores da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), diretores do Hospital Parque Alvorada (HPA) e Coordenação da Estratégia Saúde da Família (ESF), para discutir ações que venham otimizar o atendimento nas unidades de saúde (UPA e HPA), que nesse período chuvoso costumam ficar superlotadas. A diretora da Regional de Saúde em Timon, Graça Rodrigues, também participou do encontro.


Na pauta da reunião, estratégias que visam reduzir filas no pronto-socorro e hospital, melhorando o fluxo do atendimento aos pacientes do município. “Nesse período chuvoso a tendência é aumentar o número de pacientes com sintomas de febre, gripe ou dengue, elevando o fluxo de atendimento na UPA e HPA. Mediante isso, iremos intensificar os trabalhos da Atenção Básica, para que os usuários sejam encaminhados diretamente para os postos de saúde. Com o atendimento nas Unidades Básicas de Saúde – UBS, estaremos desafogando o ambulatório de especialidades e o hospital, resultando em uma maior satisfação dos usuários. Caso o paciente necessite de atendimento especializado, o mesmo será direcionado à UPA ou ao HPA”, disse o gestor.

De acordo com o diretor clínico da UPA, Williams Cardec, a proposta é organizar essa política de atendimento nas unidades, direcionando pacientes com classificação de menos risco para as UBS. “É importante que sigamos o protocolo de classificação de risco, descrito em quatro cores: vermelho, amarelo, verde e azul, onde cada cor representa a gravidade do paciente que irá passar por uma triagem para verificar a classificação de atendimento. Aqueles identificados como de menos risco serão encaminhados para os postos de saúde; assim teremos um fluxo melhor e a utilização mais racional dos recursos existentes, evitando também o consumo abusivo de medicamentos, bem como o gasto indiscriminado com equipamentos de alta tecnologia”, explicou.

Ainda na reunião, o secretário de saúde lembrou que a pasta já traçou ações para diminuir os casos de dengue no município, uma vez que estes são um dos principais responsáveis pela lotação das unidades de atendimento. Segundo ele, além dos trabalhos de rotina, houve a intensificação dos serviços para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypt. “Intensificamos os trabalhos de combate ao mosquito transmissor da Dengue, instruindo a população para evitar a multiplicação de casos da doença no município”, relatou Marcio Sá.

CORES PREVISTAS PARA A CLASSIFICAÇÃO DE ATENDIMENTO
Vermelho – Prioridade 0 – Emergência
Atendimento imediato, pois existe risco de morte.

Amarelo – Prioridade 1
Atendimento rápido, mas não existe risco imediato de morte.

Verde – Prioridade 2
Pacientes em condições agudas ou não agudas, atendido com prioridade sobre consulta simples.

Azul – Prioridade 3
Consulta de baixa complexidade.
Do Cidade Verde
Dias depois de uma decisão judicial garantir que pacientes do Maranhão devem ser atendidos sem restrições no Piauí,na última sexta-feira (23), o prefeito de Teresina (PI), Firmino Filho (PSDB), afirmou acreditar que a solução para a pactuação do atendimento dos dois estados está próxima. A mudança de governo no estado vizinho é o que dá ânimo ao gestor piauiense. 


"Nós já tivemos uma conversa com o secretário de saúde do Maranhão (Marcos Pacheco). Entendemos que houve uma mudança de postura muito grande por parte do Governo do Maranhão, do novo secretário e do novo governador, Flávio Dino (PCdoB). Vamos ter na próxima semana uma reunião do nosso secretário de saúde de Teresina (Aderivaldo Andrade) e do novo secretário de saúde do Maranhão, em Brasília. Esperamos que isso possa ter bons desdobramentos", disse Firmino Filho na última sexta-feira, enquanto doava sangue e falava com jornalistas. 

Para Teresina, o problema no atendimento a pacientes do Maranhão e de outros estados é a falta de compensação para que a capital piauiense arque com essas despesas - em especial nos pacientes com câncer, cujos gastos são maiores. Até 2014, o diálogo com o Maranhão rendeu até ataques em redes sociais proferidos pelo então secretário de saúde, Ricardo Murad. Perguntado se agora há diálogo, Firmino Filho respondeu: "diálogo respeitoso e construtivo, o que é bom". 

"É importante dizer que o clima mudou muito. Existe hoje uma postura bastante cooperativa e solidária por parte das autoridades sanitárias do Maranhão e isso nos permite dizer que estamos prestes a ter boas mudanças neste sentido", acrescentou o prefeito, ressaltando que as conversas com Flávio Dino e sua equipe começaram ainda em 2014, com participação também do prefeito de Timon (MA), Luciano Leitoa. 


Para o prefeito, as mudanças devem garantir uma chegada mais organizada e qualificada dos pacientes do Maranhão e fazer com que minimizar o sacrifício financeiro do lado do Piauí. 

Fábio Lima
Reunião com Assessores e demais convidados

Acompanhado da futura subsecretária de saúde do estado, Rosângela Curado, o médico Marcos Pacheco, nome indicado para ser o Secretário Estadual da Saúde do governo Flávio Dino, esteve em Timon no final da tarde e noite desta terça-feira (24). Durante sua passagem pela cidade, ele se reuniu com o prefeito Luciano Leitoa e assessores e teve encontro com o prefeito de Teresina, Firmino Filho. Visitou também unidades básicas de saúde de Timon e o Hospital Regional Alarico Nunes Pacheco.

O primeiro compromisso de Marcos Pacheco e Rosângela Curado foi uma reunião com o prefeito de Timon e assessores. Participaram do encontro além do prefeito, o Secretário Municipal de Saúde, Márcio Sá, o deputado estadual Rafael Leitoa, o assessor técnico da saúde do município e ex-secretário de saúde do governo Jackson Lago, Edmundo Costa Gomes,dentre outros técnicos da administração municipal.Na oportunidade, o futuro secretário de Flávio Dino ouviu um balanço sobre a estrutura de saúde que possui o município e o estado em Timon, seus avanços, problemas e soluções.

Na sua fala, Marcos Pacheco observou que gostou do que viu sobre a estrutura de saúde no município e estado em Timon, entretanto salientou que perceber que no Maranhão atualmente não tem um Sistema Único de Saúde. “Mas vai ter a partir do dia 1º de janeiro do próximo ano. Precisamos unificar e integrar as gestões municipal e estadual de saúde, inclusive com a rede de saúde pública de Teresina. Não pode haver divisão e vocês podem ter certeza que eu serei um militante por esta causa. O nosso foco será o cidadão bem atendido, sem discriminação. A palavra de ordem é trabalharmos juntos. Podemos até sorrir ou chorar, mas estaremos juntos”,salientou Marcos Pacheco.

O futuro secretário colocou que o governo Flávio Dino dará total apoio a saúde municipal dentro do possível e a regional tem que trabalhar em sintonia com as demandas que o sistema de saúde integrado terá.

Marcos Pacheco diz que uma das metas primordiais no início do governo é acelerar as obras de reformas e construções de hospitais de cidades grandes , como as do hospital Alarico Pacheco. Elas, segundo ele, estão em sua maioria, paradas ou lentas demais. “Precisamos tirar o Maranhão da linha da vergonha do setor de saúde pública”, disse ele.


Desafio


Marcos Pacheco salientou que até colocar toda a saúde pública do estado em pleno funcionamento demandará tempo, pois o governo Flávio Dino está herdando uma estrutura muito complicada. “Para se ter uma idéia, somente duas Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) o governo do estado no ano passado repassou quase um bilhão de reais. A administração da saúde do estado é toda gerida por essas OSCIPS e nós precisamos mudar isso, o que demandará tempo”, observou.


Encontro com o prefeito Firmino Filho






















A mais rápida das reuniões foi com o prefeito de Teresina, Firmino Filho, encontro articulado pelo prefeito Luciano Leitoa. Na oportunidade, Marcos Pacheco e Rosângela Curado ouviram um histórico das relações de dificuldades do atendimento aos pacientes maranhenses na rede pública de saúde da capital piauiense. O futuro secretário do Maranhão mostrou-se sensível com a questão e disse ser preciso um entendimento para solucionar a questão.

A reunião terminou com o compromisso dos representantes da prefeitura de Teresina e do governo do estado e da prefeitura de Timon voltarem a se encontrar para tratar do assunto logo no começo de 2015. Ficou sugerido o terceiro final de semana de janeiro.


Visitas a rede de saúde


Em visitas rápidas, Marcos Pacheco, Rosângela Curado, Luciano Leitoa e comitiva estiveram em algumas unidades de saúde. Da rede municipal o grupo esteve no Centro de Atenção Integral a Mulher e na Policlínica, onde o futuro secretário elogiou a estrutura das duas unidades de saúde.

Mas Marcos Pacheco e Rosângela Curado elogiaram mais ainda foram a estruturas das novas Unidades Básicas de Saúde. Na visita a uma delas, a do bairro Parque Piauí , viram estruturas novas.Secretário e sub não pouparam elogios pela climatização de toda a unidade.


Visita ao hospital Alarico Pacheco


O último local a ser conhecido pelo futuro secretário foi o Hospital Regional Alarico Nunes Pacheco. A comitiva foi recebida por funcionários que nem sabiam da visita. Apresentado a alguns funcionários do hospital, Marcos Pacheco Rosângela Curado, Luciano Leitoa e comitiva, fizeram uma visita rápida a algumas instalações.

Foi a última parada em Timon para Rosângela que teve que viajar para São Luis, já o médico Marcos Pacheco encerrou sua estada com um jantar no sitio do ex-prefeito Chico Leitoa.

Elias Lacerda