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Edivar Ribeiro, Edivar Júnior, João da Gáfica e Falcão e Colaço


O ex-vice-prefeito de Timon, Edivar Ribeiro, vai assinar sua ficha de filiação ao PC do B de Timon na próxima sexta-feira, dia 17. A decisão foi tomada ontem(13) à noite, na primeira reunião que o líder político local teve com membros do Conselho Político do PC do B timonense. A reunião aconteceu na casa do presidente do partido, empresário João da Gráfica e contou com a presença de vários nomes conhecidos da cena política local, como o presidente do PT, Francisco Falcão, presidente do PRP, Edivar Júnior, ex-vereador Joaquim das Neves, diretor da Ciretran, Ronaldo da Farmácia, dentre outros.

Durante o encontro com o Conselho Político comunista, Edivar Ribeiro falou de seus propósitos com o novo partido que se filiará. O ex-vice-prefeito disse que chega para somar na sigla que pretende contribuir com o partido e a sociedade timonense. 


Ele fez referências elogiosas ao PC do B dizendo que é um partido sério e com história de contribuição a sociedade brasileira.

Para o empresário João da Gráfica, presidente do PC do B, a filiação de Edivar Ribeiro representa uma grande conquista por se tratar de um cidadão que tem contribuído de forma bastante significativa na história recente da política de Timon.

Também foi enfático em falar da importância de Edivar Ribeiro no corpo de filiados do PCdoB municipal, o vice-presidente Clemilton Ribeiro Colaço. “Edivar Ribeiro é uma das melhores referencias políticas da nossa cidade. É um homem decidido, um político sensato e um cidadão que merece a consideração e respeito de todos nós. Seja bem vindo ao PCdoB”, disse Clemilton Colaço. 


Ficou decidido que a solenidade filiação de Edivar no PCdoB será às 19:00 horas da próxima sexta-feira,17 de abril em local ainda a ser combinado. O deputado federal Rubens Pereira Júnior já confirmou presença e será ele quem vai abonar a ficha de filiação de Edivar ao PC do B.


Blog do Elias Lacerda
O Secretário Estadual de Esportes do Maranhão, Márcio Jardim, esteve nesse domingo em Timon, cumprindo uma agenda positiva na cidade.

Logo pela manhã, Márcio, esteve na Câmara Municipal, onde havia um plenária do Partidos dos Trabalhadores (PT), partido a qual Márcio é filiado e faz parte do diretório estadual, sendo candidato a deputado federal em 2014,onde não logrou êxito.

Na Plenária municipal foram discutidos diversos temas envolvendo o Partido dos Trabalhadores, onde filiados e militantes colocaram a suas opiniões sobre o cenaério nacional que o PT vive.

Participaram também da plenária, a deputada estadual do Piaui, Flora Izabel (PT) e o Secretário Estadual de Esportes do Piauí, Vicente Sobrinho.

Após a plenária, Márcio conversou com os companheiros e dirigiu-se ao Centro da Juventude, atendendo a um convite especial do Deputado Estadual Rafael Leitoa (PDT).

Márcio dialoga com Chico e o Deputado Rafael Leitoa
Na oportunidade, Rafael Leitoa, juntamente com o ex-prefeito Chico Leitoa, fizeram questão de mostrar "todos os cantos" do Centro da Juventude, que é administrado pela Fundação Cidadania. Márcio ficou visivelmente encantado, juntamente com os demais que acompanhavam a comitiva.

Apresentação de documentário no auditório da Fundação
"Eu já tinha ouvido falar sobre a Fundação Cidadania, mas nunca imaginei que seria tudo isso aqui que eu estou vendo agora", frisou o secretário.



Após uma longa conversa, Márcio afirmou que será um parceiro da Fundação Cidadania e que fará o possível dentro das limitações da pasta que ocupa para poder ajudar em relação a convênios e parcerias institucionais.


O Secretário saiu entusiasmado e seguiu para um almoço com algumas lideranças petistas de Timon e Teresina e alguns convidados.


Fotos: Danilo Assunção

Acontece nesse momento, na sede do boi pirilampo, no bairro cohab, em São Luís, onde o campo Resistência Petista, formado por várias tendências não alinhadas à oligarquia Sarney, manifestam o apoio à candidatura de Flávio Dino (PCdoB) ao governo do Maranhão.

O ato tem como coordenador de honra da mesa de trabalhos o líder camponês, Manoel da Conceição – resistente de lutas contra a Ditadura Militar. O PT está mobilizando todas as regionais do Maranhão para que o PT se reposicione na política maranhense. Grande parte da militância petista discorda do posicionamento oficial do partido em apoio ao PMDB comandado pelo grupo Sarney.



Com os sinais de indefinição e crise no grupo que comanda o PMDB, ganha ainda mais força a tese que venceu em 2010 no voto interno – de apoio ao candidato do PCdoB, mas que sofreu intervenção do comitê nacional do partido, sendo obrigado a coligar com o PMDB.


Integrantes do PT informam que o ato promete ser um momento de grande emoção, com imagens e registros históricos das lutas do PT no Maranhão contra as quase 5 décadas de domínio político de um mesmo grupo no estado, que é comandado pelo senador José Sarney – ex-governador do Maranhão eleito com o apoio dos militares e apoiador do regime totalitário no país. A própria presença de Manoel da Conceição é uma grande demonstração desse legado.

Os petistas que organizam o ato e defendem a tese pró-Flávio Dino no estado são de várias tendências dentro do partido, que se unem em torno do mesmo apoio, grupo esse denominado "Resistência Petista".

com informações do Direto da Aldeia.
 


A Procuradoria Regional da República da 1ª Região, em Brasília, encaminhou nesta terça-feira um dos seis procedimentos abertos após depoimento do apontado como operador do esquema do mensalão, Marcos Valério, à Procuradoria Geral da República (PGR) em 2012, que trata sobre um suposto esquema de caixa dois na campanha do ex-presidente petista Luiz Inácio Lula da Silva, em sua campanha de 2002, para o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). 

O procedimento foi encaminhado para a primeira instância já que nenhum envolvido no suposto esquema possui foro privilegiado. 
Como os procedimentos são tidos como preliminares, fase em que se reúne mais informações e detalhes sobre uma possível irregularidade, eles podem se transformar em inquéritos ou não. 
Na última semana, a Procuradoria da República no Distrito Federal determinou à Polícia Federal a abertura de inquérito para apurar o repasse de US$ 7 milhões da Portugal Telecom a uma conta no exterior supostamente pertencente ao Partido dos Trabalhadores (PT). 
O episódio envolvendo a Portugal Telecom foi mencionado durante o julgamento do mensalão, que resultou na condenação de 25 pessoas, entre elas o ex-ministro José Dirceu, o ex-presidente do PT José Genoino e o deputado João Paulo Cunha. A relação entre a empresa portuguesa e o PT não chegou a ser investigada, mas viagens e encontros dos envolvidos no esquema chegaram a ser utilizados pelos ministros do Supremo para determinar a culpa dos envolvidos.
Em depoimento prestado em setembro à PGR, Marcos Valério disse que Lula “deu o ok” para empréstimos bancários ao PT destinados a viabilizar o esquema e para o pagamento de “despesas pessoais”. O empresário ainda disse que o então presidente e o então ministro da Fazenda, Antônio Palocci, fizeram gestões junto à Portugal Telecom para que a empresa repassasse R$ 7 milhões ao PT. O repasse teria sido negociado numa reunião que o operador do mensalão teve com Lula e o ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, no próprio Palácio do Planalto.
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Esses recursos teriam sido enviados por empresas fornecedoras da companhia portuguesa, por meio de publicitários que prestavam serviço ao PT. Ainda segundo o depoimento de Valério, as negociações com a Portugal Telecom estariam por trás da viagem a Portugal, em 2005, do empresário, de seu ex-advogado Rogério Tolentino e do ex-secretário do PTB Emerson Palmieri. 
Palocci negou as declarações do operador do mensalão. Por meio de sua assessoria, ele disse que os fatos relatados por Valério “jamais existiram”. O ex-presidente da Portugal Telecom Miguel Horta declarou, por meio de nota, que não teve “qualquer ligação” com o processo do mensalão. Segundo o empresário, “essa é uma questão de política interna brasileira” à qual ele é totalmente “alheio”. Lula não comentou as denúncias de Valério.
O mensalão do PT
Em 2007, o STF aceitou denúncia contra os 40 suspeitos de envolvimento no suposto esquema denunciado em 2005 pelo então deputado federal Roberto Jefferson (PTB) e que ficou conhecido como mensalão. Segundo ele, parlamentares da base aliada recebiam pagamentos periódicos para votar de acordo com os interesses do governo Luiz Inácio Lula da Silva. Após o escândalo, o deputado federal José Dirceu deixou o cargo de chefe da Casa Civil e retornou à Câmara. Acabou sendo cassado pelos colegas e perdeu o direito de concorrer a cargos públicos até 2015.
No relatório da denúncia, a Procuradoria-Geral da República apontou como operadores do núcleo central do esquema José Dirceu, o ex-deputado e ex-presidente do PT José Genoino, o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares e o ex- secretário-geral Silvio Pereira. Todos foram denunciados por formação de quadrilha. Dirceu, Genoino e Delúbio respondem ainda por corrupção ativa.
Em 2008, Sílvio Pereira assinou acordo com a Procuradoria-Geral da República para não ser mais processado no inquérito sobre o caso. Com isso, ele teria que fazer 750 horas de serviço comunitário em até três anos e deixou de ser um dos 40 réus. José Janene, ex-deputado do PP, morreu em 2010 e também deixou de figurar na denúncia.
O relator apontou também que o núcleo publicitário-financeiro do suposto esquema era composto pelo empresário Marcos Valério e seus sócios (Ramon Cardoso, Cristiano Paz e Rogério Tolentino), além das funcionárias da agência SMP&B Simone Vasconcelos e Geiza Dias. Eles respondem por pelo menos três crimes: formação de quadrilha, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
A então presidente do Banco Rural, Kátia Rabello, e os diretores José Roberto Salgado, Vinícius Samarane e Ayanna Tenório foram denunciados por formação de quadrilha, gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro. O publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Fernandes, respondem a ações penais por lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O ex-ministro da Secretaria de Comunicação (Secom) Luiz Gushiken é processado por peculato. O ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato foi denunciado por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) responde a processo por peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia inclui ainda parlamentares do PP, PR (ex-PL), PTB e PMDB. Entre eles o próprio delator, Roberto Jefferson. Em julho de 2011, a Procuradoria-Geral da República, nas alegações finais do processo, pediu que o STF condenasse 36 dos 38 réus restantes. Ficaram de fora o ex-ministro da Comunicação Social Luiz Gushiken e o irmão do ex-tesoureiro do Partido Liberal (PL) Jacinto Lamas, Antônio Lamas, ambos por falta de provas. A ação penal começou a ser julgada em 2 de agosto de 2012. A primeira decisão tomada pelos ministros foi anular o processo contra o ex-empresário argentino Carlos Alberto Quaglia, acusado de utilizar a corretora Natimar para lavar dinheiro do mensalão.
Durante três anos, o Supremo notificou os advogados errados de Quaglia e, por isso, o defensor público que representou o réu pediu a nulidade por cerceamento de defesa. Agora, ele vai responder na Justiça Federal de Santa Catarina, Estado onde mora. Assim, restaram 37 réus no processo.
No dia 17 de dezembro de 2012, após mais de quatro meses de trabalho, os ministros do STF encerraram o julgamento do mensalão. Dos 37 réus, 25 foram condenados, entre eles Marcos Valério (40 anos e 2 meses), José Dirceu (10 anos e 10 meses), José Genoino (6 anos e 11 meses) e Delúbio Soares (8 anos e 11 meses). A Suprema Corte ainda precisa publicar o acórdão do processo e julgar os recursos que devem ser impetrados pelas defesas dos réus. Só depois de transitado em julgado os condenados devem ser presos.
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