Mostrando postagens com marcador NACIONAL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NACIONAL. Mostrar todas as postagens
 Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.
14983235364_cd8a5e56b2_o.jpg
Aécio Neves seria eleito presidente do Brasil se a eleição fosse hoje, afirma Sensus
 
De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios  revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de crescimento. Outro indicador apurado pela pesquisa Istoé/Sensus diz respeito á votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado. Nessa situação, Aécio também está à frente de Dilma, embora a petista esteja ocupando a Presidência da República desde janeiro de 2011. O tucano é citado espontaneamente por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. 0,2% citaram outros nomes e 12,8% disseram estar indecisos ou dispostos a votar em branco.
 
Para conquistar os indecisos as duas campanhas apostam as últimas fichas nos principais colégios eleitorais do País: São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. O objetivo do PSDB e ampliar a vantagem obtida em São Paulo no primeiro turno e procurar virar o jogo em Minas e no Rio. Em São Paulo, Aécio intensificou a campanha de rua, com a participação constante do governador reeleito, Geraldo Alckmin, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. De acordo com as pesquisas realizadas pelo comando da campanha de Aécio, em Minas o tucano já estaria na frente de Dilma e a vantagem veio aumentando dia a dia na última semana. Processo semelhante ocorreu em Pernambuco, depois de Aécio receber o apoio explícito da família de Eduardo Campos e do governador eleito, Paulo Câmara. Os mesmos levantamentos indicam que no Rio de Janeiro a candidatura do senador mineiro vem crescendo, mas ainda não ultrapassou a presidenta. Para reverter esse quadro, Aécio aposta no apoio de lideranças locais, basicamente de Romário, senador eleito pelo PSB, que deverá acompanhá-lo nos últimos atos de campanha. Para consolidar a liderança, Aécio tem usado os últimos programas no horário eleitoral gratuito para apresentar-se ao eleitor como o candidato da mudança contra o PT. Isso porque, as pesquisas internas mostram a maior parte do eleitor brasileiro se manifesta com o desejo de tirar o partido do governo.
 
No comando petista, embora não haja um consenso sobre qual a melhor opção a ser colocada em prática nos dois últimos dias de campanha, a ordem inicial é a de continuar a apostar na estratégia de desconstrução do adversário. Nas duas últimas semanas, o que se constatou é que, ao invés de usar parlamentares eleitos para esse tipo de ação – como costumava fazer o partido em eleições passadas -- os petistas escalaram suas principais lideranças para a missão, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a própria candidata. Os petistas apostam no problema da falta d’água para tirar votos de Aécio em São Paulo e numa maior presença de Dilma em Minas para procurar se manter á frente do tucano no Estado.   
 
 
PESQUISA ISTOÉ/Sensus
 
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – De 21 a 24 de outubro
Margem de erro - +/- 2,2%
Confiança – 95%

Fonte: IstoÉ
Começou à 0h deste domingo (19) o horário de verão. Quem mora nos dez Estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste e no Distrito Federal deve adiantar o relógio em uma hora. Moradores das regiões Norte e Nordeste do país não participam do horário de verão.
Segundo o Ministério de Minas e Energia, o horário de verão deve resultar em uma diminuição de 4,5% no consumo de energia elétrica no horário de pico, das 18h às 21h.
"Com o horário de verão, buscamos um melhor aproveitamento da luz do sol e maior racionalidade no uso da eletricidade", afirma o secretário de energia elétrica do ministério, Ildo Grüdtner.

Horário de verão mais longo

O horário de verão deste ano vai ser mais longo que dos últimos anos. Começou hoje e vai até 22 de fevereiro do próximo ano, totalizando 126 dias. Nos últimos 15 anos, a medida durou em média 121 dias.
A lei determina que o horário de verão comece no terceiro domingo de outubro e termine no terceiro de fevereiro. Como neste ano vai coincidir com o Carnaval, a medida será estendida por uma semana.

Menos economia

A economia desta edição do horário de verão será menor por causa da forte estiagem registrada no país.
A meta do governo federal é economizar R$ 278 milhões, valor 31% menor em comparação ao horário de verão passado, que resultou em uma economia de R$ 405 milhões.
De acordo com o ministério, a escassez de chuvas obrigou o governo a usar energia gerada pelas usinas térmicas, que custa mais caro do que a produzida pelas hidrelétricas. (Uol)
Marina Silva será candidata a Presidente pelo PSB
O PSB superou as divergências internas e selou acordo para lançar Marina Silva à Presidência da República no lugar de Eduardo Campos. Ela concordou com a inversão da chapa e deverá ser anunciada oficialmente na próxima quarta-feira (20).

O novo presidente do PSB, Roberto Amaral, era visto como último entrave ao acerto. Sob forte pressão de correligionários, ele se convenceu a apoiar Marina, que disputou o Planalto em 2010 pelo PV.
O PSB agora discutirá a indicação do novo vice na chapa presidencial. O deputado gaúcho Beto Albuquerque, hoje candidato ao Senado, é o mais cotado para a vaga.

"A candidatura de Marina contempla nosso projeto. Será uma solução de continuidade. O PSB indicará o novo vice", disse Amaral à Folha.
Depois de uma reunião com Marina, o coordenador da Rede Sustentabilidade, Bazileu Margarido, confirmou à reportagem que ela aceita disputar a Presidência.

"Com o OK do PSB, ela está à disposição para ser a candidata", disse.

Por respeito à memória de Campos, o anúncio oficial da nova chapa só deverá ser feito três dias depois do enterro, programado para o domingo (17), em reunião da executiva nacional do PSB.
A negociação se acelerou após Marina receber apoio público da família do ex-governador de Pernambuco. Segundo aliados, ela se sentiu revigorada ao conversar com a viúva Renata Campos, que a incentivou a concorrer.

Ex-ministro da Ciência e Tecnologia no governo Lula e considerado próximo ao PT, Roberto Amaral visitou Marina na tarde desta sexta (15). Com seu aval, começou a consultar os governadores do PSB sobre a inversão da chapa.

Ele quer dar caráter coletivo à decisão e agora buscará entendimento sobre o vice até a reunião da executiva. "Vou fazer um trabalho de afunilamento. O ideal é chegar com dois nomes. Ou um", disse.
Além de Albuquerque, que se aproximou de Marina desde que ela aderiu à candidatura de Campos, são vistos como alternativas o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), o ex-deputado Maurício Rands (PSB-PE) e Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE), ex-ministro da Integração Nacional no governo Dilma Rousseff.
Marina sinalizou ao PSB que respeitará as duas principais exigências do partido: respeitar os acordos regionais fechados à sua revelia, em Estados como Rio e São Paulo, e incorporar o discurso desenvolvimentista.

A ex-senadora disse a pessoas próximas que pretende conduzir a campanha da mesma forma que Campos a conduziria, atuando como líder de uma coligação, e não apenas da Rede, o futuro partido que ela quer criar.

Embora tenha se recusado a falar publicamente sobre política, em respeito ao luto pelo ex-governador, repetiu a aliados que era preciso manter o projeto da chapa.
Ela disse que o PSB foi generoso ao abrigar a Rede em 2013, quando a Justiça Eleitoral negou registro ao partido, e agora é a hora de retribuir.

Fonte: Folha de São Paulo
Sarney desiste e o Brasil agradece.
O senador José Sarney (PMDB-AP) desistiu da candidatura à reeleição. É o que informa o jornalista Luiz Melo, amigo de Sarney, em sua fanpage no Facebook.

Leia:

 “É definitivo.
Sarney não vai mais disputar o Senado, me disse pelo telefone, hoje.
Tem pesquisas recentes que o credenciam a mais um mandato, mas levou em conta estado de saúde e pedido da família (dona Marly).
Foi Dilma quem primeiro ficou sabendo, em Brasília, antes do embarque pra Macapá, hoje.
Me falou que vem à convenção do PMDB na sexta, 27, quando leva decisão à boca do palco.

Sem exercer nenhuma influência, deixa por conta do partido indicação do candidato peemedebista pro Senado, em outubro.
Também não vai interferir junto a Lula sobre com quem o Petê deva ou não coligar, mesmo admitindo fazer torcida pra que venha a ser com PDT e PMDB.

Sarney, que se elegeu deputado federal pela primeira vez em 1954, deixa a política partidária aos 85 anos e vai agora se dedicar um pouco mais à literatura, a partir da conclusão de sua biografia de vida, que ele próprio já vem escrevendo há algum tempo.

Soou categórico.
Deixa a política partidária, mas a política pra ele vai continuar sendo o seu sonho de consumo.

Não carrega mágoas nem ressentimentos, porque nunca foi de fazer lambanças e sempre procurou agir de forma amena e cautelosa, respeitando adversidades, mas acima de tudo em defesa intransigente do que poderia ser melhor para o Brasil.

Falou que antes da convenção emite nota do próprio punho, com explicações mais detalhadas sobre a sua passagem pelo Amapá, um estado que aprendeu a amar e do qual nunca se desligará, pouco importando não estar mais exercendo mandato eleitoral.”

(Luiz Melo)

Hoje em Macapá, Sarney viveu momentos constrangedores diante da presidente Dilma Rousseff  quando foi vaiado por milhares de pessoas na inauguração do Conjunto Habitacional Macapaba. As vaias repercutiram na imprensa nacional.

Eleito senador pelo Amapá em 1990 e reeleito em 1998 e 2006, Sarney inaugurou a censura aos blogs em 2006 e fica na história como o político que em campanha eleitoral mais censurou a imprensa amapaense.
Em 2006, última vez que disputou e ganhou mais um mandato de oito anos, ele moveu mais de cem ações contra jornalistas e blogueiros amapaenses.
Restitui - o filme


Uma experiência com Deus, a dor por uma perda, a necessidade de ter uma comunhão mais profunda com o Pai foi o que gerou a canção: “Restitui”, escrita pelo cantor e compositor Davi Sacer e gravada pelo Ministério Apascentar com venda de 1 milhão de cópias. A música transformou-se em uma oração, um clamor profundo de pessoas que buscam até hoje o consolo, a paz e a cura: a restituição do que se perdeu. E o produtor executivo Alexander Albuquerque transformou esta canção em um projeto inovador. Restitui será lançado, ainda neste ano de 2013, em livro e filme, como a primeira parte de uma trilogia, que inclui outros dois projetos cinematográficos.
Primeiro será lançado o livro. Baseado em fatos reais, a obra vai relatar a vida de um ex-policial militar que cometeu um crime e foi preso. Dentro da cadeia ele teve um encontro com uma missionária evangélica. Eles se apaixonam e ela lhe apresenta o Evangelho de restituição. O texto escrito por Marcus Gregório, pastor presidente do Ministério Apascentar Internacional, e por Polyanna Spínola Dias, jornalista, vai relatar em detalhes a vida de Adaílton, o personagem principal, e sua grande experiência de restituição, trazendo palavras de encorajamento e de reflexão para o leitor em cada parte da história. Com prefácio de Davi Sacer e revisão do agente literário, Andrey do Amaral, o livro está em fase final de revisão e tem previsão de lançamento para agosto. Mesmo antes de ser lançado já foi sondado para ser incluído na listagem dos Pontos de Leitura do Ministério da Cultura (MinC), que promove a leitura no Brasil junto às Secretarias de Cultura municipais e estaduais.
O segundo projeto é o longa-metragem. Produzido pela Lagoa Filmes e com divulgação da Globo Filmes o projeto conta com a participação do Pr. Marcus Gregório, e do próprio autor da canção: Davi Sacer. Aprovado pela ANCINE em dois meses, um tempo recorde já que o normal é de seis meses a um ano, recebeu um incentivo de R$ 1.700.000,00. O filme já está em fase de captação e iniciando a pré-produção e em sua ficha técnica constam cinco profissionais brasileiros, um chinês e dois alemães: Alexander Albuquerque (produtor executivo), Zhai Sichen (diretor), Pedro Henrique Ferreira (roteirista), Polyanna Spínola Dias (co-roteirista), Verônica Brendler (captação), Tiago Rios (diretor de fotografia), Beatriz Pimentel (produtora cultural) e André Picinatt (trilha sonora).
Finalizando o projeto Restitui será feita a regravação de cinco canções do CD, a princípio para internet, e pelo menos um videoclipe. A voz do projeto será de Marsena Helena, cantora, que já gravou “Arde outra vez” e “Me ama”, com mais de 900 mil visualizações no youtube.
“Ser convidada para este projeto foi uma surpresa misturada com susto. Eu cantava a canção Bendito Serás nos meus devocionais quando minha avó sofreu derrame. Eu só enxergava esperança no Senhor. E quando eu O encontrava no meu quarto, cantava essa e outras músicas para Ele.” As músicas desse CD Restituição regaram minha fé. E eu nunca imaginei que Deus me surpreenderia lá na frente com as mesmas músicas que eu cantava para Ele”, declarou Marsena.
O projeto Restitui chega ao mercado resgatando as artes no cenário gospel. “A ideia é que este projeto, tanto do livro, quanto do filme e das músicas, possam influenciar a nossa geração a seguir os princípios que Cristo nos ensinou.”, explicou o produtor Alexander Albuquerque.
Contatos do Projeto Restitui
E-mail: contato@restituiofilme.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/restituiofilme
verdadegospel

Presidente Dilma fala sobre o Minha Casa, minha vida.

Na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (7), a presidenta Dilma Rousseff explicou as regras para construção ou reforma de residência em zona rural, pelo programa Minha Casa, Minha Vida Rural. Ao responder pergunta da lavradora Shirley Pereira Ribeiro, de Baependi (MG), Dilma lembrou que as famílias com renda anual de até R$ 15 mil têm direito a um financiamento de até R$ 28,5 mil, e que paga de volta apenas 4% do valor emprestado.

“O programa Minha Casa, Minha Vida Rural está presente em todos os estados do país e foi feito justamente para garantir o acesso a uma moradia digna aos agricultores familiares e aos trabalhadores rurais. (…) Para os moradores da Região Norte do país, o valor do subsídio pode chegar a R$ 30.500,00 para a construção e a R$ 18.400,00 para reforma da moradia. (…) As casas localizadas onde houver necessidade poderão ser entregues com cisternas de placas, para garantir armazenagem de água, questão muito importante na região semiárida do país”, afirma.

A presidenta ainda falou sobre o envio ao Congresso da proposta que destina recursos do pré-sal para a educação. Segundo Dilma, a educação de qualidade é o caminho para garantir de forma permanente recordes alcançados nos últimos anos na geração de empregos, na valorização do salário e nas conquistas sociais dos trabalhadores. Ela pediu que os brasileiros incentivem seus deputados e senadores a apoiar essa iniciativa, única forma de, para ela, garantir o ensino da creche ao doutorado.
Blog do Planalto
Regularize o seu título de eleitor


Termina nesta quinta-feira o prazo para que os eleitores que não votaram e não justificaram a ausência nas três últimas eleições regularizem a situação. Sem isso, o título será cancelado e o eleitor não poderá, por exemplo, obter carteira de identidade, passaporte, renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo e obter empréstimo em instituições governamentais.
Para ficar quite com a Justiça Eleitoral é preciso comparecer ao Cartório Eleitoral levando documento oficial com foto, título de eleitor, comprovantes de votação, de justificativa e de recolhimento de multa ou dispensa. O eleitor pode consultar sua situação e verificar se existe alguma pendência na página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet.
Os eleitores que vivem no exterior e desejam regularizar a inscrição devem comparecer à repartição consular ou à Embaixada do Brasil que atenda à sua localidade. Também é preciso levar um documento oficial de identificação. Esses eleitores podem optar por comparecer a qualquer Cartório Eleitoral ou Central de Atendimento ao Eleitor, quando retornar ao Brasil.
Segundo dados do TSE, até a última sexta-feira apenas 3,9% dos 1.514.621 eleitores que não votaram e não justificaram a ausência regularizaram a situação. Maior colégio eleitoral do Brasil, o estado de São Paulo registra o maior número de eleitores que poderão ter o título cancelado em 2013: 372.691. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro, com 145.992 eleitores nessa situação, e a Bahia, com 132.912.
O prazo que se encerra amanhã não se aplica aos eleitores do Distrito Federal, onde não houve eleições em 2012. Além disso, os eleitores do DF obedecem a outro prazo para o recadastramento biométrico, que é até o dia 31 de março de 2014. Os eleitores de Estados como Alagoas e Sergipe, que se recadastraram recentemente para o uso da identificação biométrica nas eleições, também não estão dentro deste prazo. Isso porque, nesses locais, todas as pendências de eleições anteriores já foram regularizadas.
De acordo com o TSE, 1.395.334 eleitores tiveram seus títulos cancelados em 2011, por não terem votado nem justificado a ausência nas três últimas eleições realizadas até 2010.
Sessão na Câmara dos deputados para discutir a CPI

Embora divirjam na teologia, parece que deputados evangélicos e católicos conseguem andar unidos quando se faz necessário. A Chamada Bancada Religiosa da Câmara pediu nesta semana a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre aborto. Além disso, querem aprovar o chamado “Estatuto do Nascituro”, que legisla sobre os direitos do feto desde sua concepção.

O deputado João Campos (PSDB-GO), presidente da bancada evangélica, explica que essas duas propostas são uma resposta às mudanças sugeridas pelo Senado durante os estudos para a reforma do Código Penal. “Nós queremos apurar com essa CPI, o financiamento do aborto no Brasil, tanto por instituições internacionais, quanto pelo governo da presidente Dilma Rousseff. Além disso, vamos investigar o comércio de produtos abortivos e as clínicas que fazem aborto”, justificou.

Com a assinatura de mais de 200 deputados, o pedido de CPI já foi entregue ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Nessa semana ainda, os evangélicos terão uma reunião com Alves para debater os dois assuntos.

O Estatuto do Nascituro foi apresentado na legislatura passada por Luiz Bassuma (PV-BA), que é espírita. Como ele não foi reeleito, a proposta foi arquivada. Retomado pelos religiosos, o projeto atualmente está na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, que deve analisar se a proposta é viável do ponto de vista financeiro. Em seguida, segue para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, posteriormente, para o Plenário da Câmara. “Para nós e para os católicos, a vida começa na concepção e por isso vamos lutar juntos por esse direito”, explica o deputado Campos, comemorando que recebeu o apoio da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil.

Evangélicos e católicos também se uniram na tentativa de garantir às igrejas a competência de contestar a constitucionalidade de leis junto ao Supremo Tribunal Federal.
“Acredito que o legislador, por distração, não incluiu as representações religiosas nessa lista de entidades e por isso queremos corrigir esse erro para que as igrejas também possam entrar com Adins (Arguição de inconstitucionalidade) no Supremo. Essa também é nossa prioridade”, explica Campos.
A luta contra o aborto já uniu todos os deputados cristãos antes. Ano passado o líder católico, deputado Salvador Zimbaldi (PDT-SP), trabalhou com João Campos e Roberto de Lucena (PV-SP) pastor da igreja O Brasil para Cristo, na tentativa de barrar os efeitos da decisão do STF que permite o aborto de crianças anencéfalas.

Zimbaldi já se manifestou contrário ao casamento entre homossexuais e os projetos que criminalizam a homofobia. Ele apresentou, juntamente com vários outros deputados religiosos, um projeto de lei que garante às igrejas o “exercício de atos litúrgicos em estrita conformidade com os respectivos ordenamentos religiosos”.

Governador Eduardo Campos de olho em 2014


Monitorar ostensivamente as ações do Palácio do Planalto e o grau de insatisfação dos aliados com a gestão Dilma Rousseff (PT) deve ser apenas duas das tarefas a serem executadas, a partir de agora, pelo escritório de comunicação que o PSB está instalando na Capital Federal. Com sua pré-campanha à Presidência da República andando a passos largos, o governador Eduardo Campos (PSB), que confere grande importância a estratégias de marketing e comunicação, prepara uma equipe robusta para atuar no “quartel general” de Brasília.

 O publicitário Edson Barbosa, responsável pela elaboração das inserções do PSB veiculadas no rádio e na televisão fará parte da equipe. Jornalistas pernambucanos também estão sendo escalados para reforçar o “time”, como gosta de dizer o governador quando se refere à sua equipe.

Jornal do commercio


Pela aprovação do Estatuto da Juventude

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (16), em votação simbólica, o projeto de lei que institui o Estatuto da Juventude, que estabelece direitos para jovens entre 15 e 29 anos. O projeto  garante a meia-entrada em eventos culturais e esportivos de todo o país para jovens de baixa renda e exige que empresas de transporte interestadual reservem para o grupo dois assentos gratuitos nos ônibus.
O estatuto ainda precisa ser apreciado pela Câmara dos Deputados, onde havia sido aprovado em 2011. Como passou por alterações no Senado, o texto deverá voltar para a Casa de origem.
Pelo texto relatado pelo senador Paulo Paim (PT-SP), além dos assentos gratuitos, as empresas de transporte devem oferecer duas passagens com 50% de desconto.

Pela proposta aprovada, a meia-entrada também vale para estudantes que comprovem matrícula em instituição de ensino com o uso de carteirinha expedida “preferencialmente”, segundo o texto, pela Associação Nacional de Pós-Graduandos, pela União Nacional dos Estudantes (UNE), pela União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e por entidades estudantis estaduais e municipais a elas filiadas.
O projeto também define que o pagamento de meia-entrada vale para jovens de famílias com renda mensal de até dois salários mínimos. A meia-entrada prevista para o Estatuto da Juventude não se estende aos jogos da Copa do Mundo de 2014, nem às Olimpíadas de 2016, cujas entradas (incluindo as vendidas com desconto) são reguladas pela Lei Geral da Copa.
Principais pontos do estatuto da Juventude
Para ter acesso ao direito, as famílias desses jovens deve estar registrada no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O texto aprovado pelo Senado prevê, ainda, a garantia de direitos básicos aos jovens, como acesso à educação e à profissionalização, ao trabalho e à renda.

Limite
Após a votação do texto principal, foi aprovada emenda que limita a concessão do benefício da meia-entrada a 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento. Segundo parlamentares, a emenda foi articulada com entidades de representação dos estudantes e da classe artística.
O presidente da Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro, Eduardo Barata, comemorou o novo texto e afirmou que a medida possibilitará a flexibilização dos preços. “Com a aprovação dos 40%, vamos poder programar estratégias de bilheteria e diminuir os preços. Agora, eu sou o dono da bilheteria, e não o poder público”, disse Barata.
A alteração foi apresentada pela senadora Ana Amélia (PP-RS) e pelo senador Cyro Miranda (PSDB-GO). A conclusão da votação só ocorreu após extensa discussão dos senadores das demais emendas, todas rejeitadas.
O projeto torna obrigatória a manutenção pelo Estado de programas de expansão do ensino superior, com oferta de bolsas estudos em instituições privadas e financiamento estudantil.
G1

Campanha de Vacinação

Campanha de vacinação contra gripe inicia hoje em Timon e vai até o dia 26 de abril. A campanha tem como público-alvo:


• gestantes
• indígenas
• profissionais de saúde
• idosos com 60 anos ou mais 
• doentes crônicos 
• mulheres no período de até 45 dias após o parto também devem receber a vacina
 Crianças de 6 meses a menores de 2 anos 
• presidiários
Quer saber mais sobre a vacinação contra a gripe? Clique no link e mantenha-se informado: http://migre.me/e5NCm


Deputado Federal Marco Feliciano PSC-SP
A bancada evangélica da Câmara dos Deputados saiu nesta segunda-feira (8) em defesa da permanência de Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Casa.
Em uma sessão de homenagem à Igreja Assembleia de Deus, no plenário da Câmara, deputados evangélicos dispararam recados aos líderes partidários, que se reúnem nesta terça-feira (9) com Feliciano para discutir a sua manutenção à frente do grupo.
Os líderes devem fazer um apelo para que ele deixe o cargo. Desde que assumiu o posto, no dia 7 de março, o parlamentar virou alvo de protestos que o acusam de racismo e de homofobia. Ele nega e resiste em deixar a presidência da comissão. De acordo com o regimento da Casa, ele não pode ser destituído.
A interlocutores Feliciano disse que defenderá o direito a ter condições de trabalho na comissão. Segundo o deputado, a decisão de fechar as reuniões do grupo para o público externo foi uma tentativa de manter a ordem diante das manifestações.
Para integrantes da bancada evangélica, Feliciano sofre preconceito por ser do segmento religioso. “Se deixar prevalecer meia dúzia de ativistas porque não têm visão igual à nossa, podemos colocar 2, 3, 4 milhões de cristãos na porta dessa Casa”, afirmou o deputado Takayama (PSC-PR).
Para ele, os integrantes da bancada evangélica não aceitam o rótulo de homofóbicos. “Nós nunca nos opusemos a que os simpatizantes da homossexualidade ou de qualquer outra visão ocupem a presidência de comissões, mas quando temos a oportunidade de colocar um presidente em uma comissão, querer dizer que não podemos?”, questionou.
O deputado Nilton Capixaba (PTB-RO) também saiu em defesa do colega. Afirmou que Feliciano está sendo ferido em seu direito à liberdade de expressão. “Ele fará chegar o direito humano às pessoas que precisam”.
Outros congressistas que participaram da sessão disseram que qualquer tipo de proposta que legalize o aborto, regulamente a prostituição como profissão ou descriminalize as drogas não terá apoio da bancada.
Contrária
A ministra Maria do Rosário (Secretaria dos Direitos Humanos), que visitou uma exposição no Congresso sobre holocausto, cobrou uma ação da Câmara e do Ministério Público contra Feliciano.
Para ela, as declarações do deputado incitam o ódio e a violência, e a situação de Feliciano já ultrapassou as barreiras da comissão. “Incitar a violência e o ódio é atitude ilegal, inconstitucional, e as autoridades também estão sujeitas à lei”, afirmou.


Verdade Gospel
Deputado Marco Feliciano permanece na presidência da CDHM

Mesmo com a pressão política constante e o posicionamento contrários de ativistas que tumultuaram as sessões da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), Marco Feliciano não sai da presidência.

Everaldo Pereira, vice-presidente do partido de Feliciano, afirmou hoje: “O PSC não abre mão da indicação feita pelo partido. Avaliza e repito: não abre mão da indicação feita. O deputado Marco Feliciano foi eleito por maioria dos membros da comissão. Se ele estivesse condenado pelo Supremo [Tribunal Federal], nem indicado seria. Feliciano é um deputado ‘ficha limpa’, tendo então todas as prerrogativas de estar na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias”.

Para o PSC, o pastor “não é racista e nem homofóbico” e acredita que ele “já se desculpou por colocações mal feitas. Qualquer um pode deslizar nas palavras, pode errar”.
Marco Feliciano chegou à reunião da bancada nesta tarde escoltado por seguranças. Estavam presentes cerca de 20 pastores de diversas denominações evangélicas para prestar seu apoio.

Uma faixa estendida diante da entrada da sala onde ocorreu a reunião anunciava: “E se Jesus renunciasse, o que seria do mundo? Marco Feliciano, não renuncie, estamos com você. Assinado: povo cristão”.

A ideia foi da pastora Edenilza Araújo, que diz não estar comparando o pastor a Jesus. Ela explica que a comparação é da “pressão” sofrida por ambos.
O vice-presidente do PSC lembrou aos presentes do histórico do partido, que apoiou as campanhas do ex-presidente Lula e da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), que é negra, quando ela foi candidata à prefeitura do Rio de Janeiro.

Pediu ainda que as lideranças dos demais partidos da Câmara respeitem a indicação do PSC e alertou. “Não fazemos ameaças, mas se for preciso convocar centenas de militantes que pensam como nós também vamos convocar”.

A decisão do PSC não encerra a polêmica envolvendo Feliciano, já que algumas das declarações do pastor deputado geraram denúncias do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no Supremo Tribunal Federal.

O STF já intimou Feliciano a comparecer a um interrogatório em 5 de abril, onde deverá prestar esclarecimentos sobre os processos movidos contra ele a um juiz federal.
Durante uma entrevista ao programa “Pânico na Band”, Feliciano disse que só sairia morto da presidência da Comissão e disse à revista Veja que em 2014 as coisas “serão muito diferentes”, e que se considera traído pelo PT, que o apoiou quando foi indicado para a presidência da CDHM e depois recuou, voltando-se contra ele.

Gospel prime

Deputado Federal Pastor Marco Feliciano (PSC-SP)


O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) afirmou na noite desta quarta-feira, 20, que continuará no comando da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, mesmo enfrentando protestos em todo o Brasil pedindo a sua saída. Durante a tarde, o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), chegou a pedir à liderança do PSC para que o pastor renunciasse ao cargo.
Segundo o portal G1, o pastor anunciou a decisão após uma reunião com o líder do partido, André Moura. “Eu continuo e sou presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados”, disse ao deixar o gabinete de Moura. Ele não quis comentar se poderia vir a renunciar.
De acordo com Moura, o deputado deve continuar a “refletir” sobre sua permanência no cargo, enquanto enfrenta acusações de racismo e homofobia por declarações feitas em redes sociais, entre as quais chama os africanos de “amaldiçoados”.
Em um vídeo divulgado nesta semana, ele também criminaliza abertamente líderes do movimento LGBT, religiões afrodescendentes e militantes que defendem, entre outras bandeiras, a regularização da prostituição e o casamento igualitário.
Entre os personagens citados no vídeo está o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ). Segundo o parlamentar, o vídeo foi divulgado por um assessor de Feliciano e faz parte de uma campanha de difamação contra ele. “A divulgação desse vídeo é resultado de um contínuo processo de difamação por meio de uma campanha nojenta em que frases mentirosas são atribuídas a mim e vem sendo compartilhadas pelas pessoas em redes sociais. Elas me associam à pedofilia e a ataques aos cristãos, que são mentiras absurdas.”O deputado informou também que vai entrar com uma representação criminal na Justiça contra o pastor.
Em meio a tensão provocada por sua escolha, Feliciano não conseguiu comandar por mais de oito minutos nesta quarta-feira os trabalhos da Comissão em uma audiência sobre direitos de portadores de transtorno mental. Ele deixou a sala sob vaias e protestos de manifestantes. A sessão foi suspensa.
Deputados criam frente parlamentar
Em resposta à nomeação de Feliciano, um grupo de deputados criou nesta quarta a Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos Humanos para assegurar a discussão de temas ligados à diversidade e às minorias, pautados pelos movimentos sociais e pelas populações historicamente excluídas. Segundo eles, a indicação do pastor para a presidência da Comissão inviabilizou esse debate.
A deputada Erica Kokay (PT-DF) enfatizou que a frente contará com uma estrutura horizontalizada e funcionará como um canal de diálogo com os movimentos sociais dentro do Congresso Nacional.
“Ela é um instrumento dentro da Câmara para que possamos levar adiante a luta em defesa dos direitos da pessoa humana, porque hoje a comissão não cumpre essa função”, disse, em um auditório lotado com representantes de movimentos sociais, lideranças religiosas e parlamentares de vários partidos.
A deputada acrescentou que a frente parlamentar não substitui a Comissão de Direitos Humanos, na medida em que “não tem estrutura, nem poder, por exemplo, para apreciar matérias legislativas”.
Outro integrante da frente, Wyllys explicou que a atividade do organismo será dividida em oito áreas temáticas, entre elas defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, dos povos indígenas e da população LGBT.
“Uma frente não aprova projeto de Lei, não relata, mas pode colaborar com o relatório de projetos nas comissões. A frente pode ajudar, por exemplo, um deputado a relatar um projeto que defenda os direitos de uma minoria, seja na Comissão de Direitos Humanos, na de Seguridade Social e Família ou na de Educação”, acrescentou.
Com informações Agência Brasil.