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Carlinhos Maranhão e Jefferson Portela
Natural do município de Matões, Carlinhos Maranhão têm um leque de amigos invejável em todo o País. Nessa semana, ele usou suas redes sociais para homenagear a escolha do novo comando da PM do Maranhão.


Conhecido em todo o Brasil, Carlinhos Maranhão parabeniza  o novo Comandante Geral da Polícia Militar do estado do Maranhão:

"Meu amigo Coronel Pedro Ribeiro junto com o melhor secretário de Segurança do Brasil; Jefferson Portela,  oportunidade em que lutará  pela a segurança pública com seriedade e competência" 

Natural do município de Matões, Carlinhos deve acompanhar politicamente o ex-deputado Rubens Pereira; o Rubão e a ex-prefeita Suely Pereira, onde o mesmo deixou tudo pra seguir o grupo da ex prefeita Suely, sendo cotado para ser um pré-candidato a vereador bastante badalado no Município de Matões.

Jefferson Portela, Flávio Dino e o Coronel Pedro Ribeiro


Em conversa com o a redação do blog, Carlinhos Maranhão disse que não mede esforço político e nem pessoais e sempre agradece a Deus pelas atitudes sensatas do Governador Flávio Dino e do Secretário de Segurança Jefferson Portela, e relatou que foi uma ótima escolha para o comnado geral da PM do Maranhão, colaborando assim para segurança pública do Estado do Maranhão seer uma das referencias a nível nacional.


Maranhão, nos dicionários, significa grande malandragem, velhacaria em grande escala. A impressão que se tem é a de que as tribos Murad/Sarney despendem toda sua energia para fazer jus à definição.

O tapetão jurídico que as famílias Murad/Sarney armaram no município de Coroatá não terá efeito prático nenhum na campanha eleitoral deste ano. Não há possibilidade de acontecer a mesma coisa que se passou com Jackson Lago, que venceu nas urnas e foi retirado do poder pelo grupo de Sarney em 2011 após manobra na Justiça. A situação em 2018 é completamente diferente.

Entenda as dez razões por que a sentença da juíza Anelise Reginato, dada a pedido dos Murad, em Coroatá, não muda a campanha:

1) A juíza é de primeira instância e não pode declarar a inelegibilidade de um governador de Estado.
2) A sentença é baseada no argumento de que o Governo do Estado levou o programa “Mais Asfalto” para Coroatá. A peça não traz nenhum indício de irregularidade.
3) A ação foi pedida por Teresa Murad, mulher de Ricardo Murad (ele é concunhado de Roseana e ambos são aliados de Sarney). É uma ação política.
4) A juíza Anelise já disse, nas redes sociais, que se “sente em casa” na TV Mirante, de propriedade dos Sarney.
5) A mesma juíza é casada com filho do radialista Herbert Fontenele, falecido em 2015, e ex-funcionário por muitos anos do Sistema Mirante.
6) A juíza apagou a conta do Facebook após essas informações virem à tona.
7) Os Sarney e os Murad ainda têm muito dinheiro e poder, mas já perderam muito dos privilégios que tinham. Hoje não comandam mais a Justiça. Uma decisão isolada em Coroatá não será respaldada pelos tribunais.
8) Flávio Dino tem muito mais apoio político do que tinha Jackson Lago. Não há possibilidade de haver um golpe contra sua candidatura.
9) Flávio Dino lidera todas as pesquisas com 60% dos votos válidos. É um dos mais altos índices em todo o país. A população não aceitaria que um tapetão jurídico tirasse o governador da disputa.
10) Flávio Dino vai protocolar nesta quinta-feira (09) o registro da candidatura na Justiça Eleitoral, prova de que continua na disputa.
Fonte: Bog Nocaute

O governador Flávio Dino (PCdoB) escancara as portas do Palácio dos Leões nesta segunda-feira (25) para recepcionar o prefeito de Caxias, Fábio Gentil (PRB), e mais uma leva de vereadores mais achegados ao atual mandatário municipal caxiense. A pauta oficial fala em reunião para tratar de uma série de novas obras e ações governamentais que serão executadas ainda este ano na Terra dos Poetas, por meio de parceria do Estado com a Prefeitura.

Entretanto, seria ingenuidade achar que a conversa entre um governador e um prefeito, em pleno período de pré-campanha eleitoral – quando se formatam e se consolidam as alianças eleitorais –, se resuma ao mero expediente político-administrativo, ou que temas da seara político-eleitoral estejam descartados. Óbvio que o comunista e o cabeludo tratarão, também, de eventuais alianças, o que, convenhamos, é natural, afinal, o mundo político está voltado para as eleições de outubro vindouro.

Por isso mesmo, aliás, alguns sabiás que gorjeiam por entre as paredes do Palácio da Cidade dão como certo que Fábio Gentil deva declarar, por esses dias, apoio à reeleição do governador Flávio Dino. Os dois líderes, inclusive, estariam, há tempos, alinhavando os últimos detalhes para consolidar a parceria político-eleitoral, o que ampliaria, evidentemente, a já bem-sucedida parceria que ambos têm mantido na seara político-administrativa, onde ambos entregarão, nesta terça-feira (26), mais uma série de obras, entre quilômetros de asfaltamento do ‘Mais Asfalto’ – desta feita o Estado investiu mais R$ 5 milhões em pavimentação asfáltica em ruas da cidade –; reforma do Farol do Saber; e construção de duas novas escolas, uma no Bairro Bacuri e a outra no Povoado Nazaré do Bruno.

Agora é esperar para ver...

(Blog do Ricardo Marques /Jornal Pequeno - Blog John Cutrim)



Em solenidade ocorrida na tarde desta quarta-feira (14) no Palácio dos Leões, em São Luís, o deputado Rafael Leitoa participou da assinatura do Convênio entre a prefeitura de Timon e governo do estado para reforma e ampliação da CEASA no município. Com a presença do governador Flávio Dino, do secretário de Infraestrutura do Maranhão, Clayton Noleto, do prefeito Luciano Leitoa e do vice João Rodolfo, dos deputados Bira do Pindaré e Weverton Rocha, e permissionários da CEASA de Timon, o documento foi assinado, representando o início da realização de um sonho de feirantes e população.

Durante a manhã, ainda em sessão na Assembleia Legislativa, o deputado Rafael já havia destacado mais essa parceria entre o governo e a cidade de Timon. “É um momento importante para o nosso município, pois, a partir da assinatura do convênio, haverá um prazo para a publicação e em seguida a comunicação para esta Casa, para que a gente possa acompanhar a execução desta importante obra. Agora é aguardar essa tramitação para o início da obra e ver nossa CEASA, referência na vida diária da população, reformada e ampliada em seus serviços", informou.

Na assinatura do convênio, após emocionado agradecimento e reconhecimento de Luciano Leitoa para as realizações e parcerias já estabelecidas entre Governo e a Prefeitura de Timon, o governador Flávio Dino ressaltou o momento vivido desde o início de seu governo, em que todos são tratados como iguais e a distância do Palácio dos Leões, antes fechado para os interesses do povo , agora é casa aberta para assinatura de importantes convênios, ferramentas de desenvolvimento. 

“Representamos uma mudança real, em que se governa pra todo mundo, independente do sobrenome e origem. Acolhi o pedido do prefeito Luciano Leitoa por que esta não é uma obra minha, a reforma da CEASA é uma obra nossa, é de todos os cidadãos. Reconheço que em cada um de vocês tem uma longa história. De acordar cedo, de ver o dia nascer, de lutar e acreditar num futuro melhor”, destacou Flávio Dino.

Dados revelados pelo Instituto Perfil mostram que em Timon, o Governador do Maranhão; Flávio Dino, é disparado o preferido da população com 60%. O número é bem superior a todas demais cidades pesquisadas. Isso demonstra uma clara influência do grupo político dos Leitoas, o qual é comandado por Chico Leitoa (PDT), Luciano Leitoa (PSB) e Rafael Leitoa (PDT).

É necessário frisar que Timon é o terceiro maior colégio eleitoral do Maranhão, ou seja, local estratégico e fundamental para os planos de Flávio Dino. Outras duas cidades do leste maranhense também foram pesquisadas. Caxias de Humberto Coutinho (PDT) deu 30,5% e Codó de Francisco Nagib (PDT) deu 34,6% ao comunista. É necessário lembrar que na primeira, o atual prefeito é adversário do governador, porém ainda tem forte influência do presidente da Assembleia Legislativa.
Os números demonstram que os Leitoas são os mais importantes líderes políticos para o governador Flávio Dino no leste maranhense, além de ser um ótimo retorno em relação ao apoio dado também do governo estadual ao grupo de Timon.
Vale lembrar que Rafael Leitoa é apontado como um dos mais qualificados quadros na Assembleia Legislativa da base governista, por muitas vezes sendo o responsável por garantir votações e evitar atropelos da oposição, exercendo a função de um verdadeiro líder.

Com os índices extremamente favoráveis volta-se a cogitar a possibilidade do prefeito Luciano Leitoa para candidato a vice-governador na chapa de Dino em 2018 e também volta a ganhar força, o retorno de Chico Leitoa a disputas eleitorais, sendo cogitado como candidato a Senador da República ou como suplente de Senador, onde já se especulou o nome de Weverton Rocha, Zé Reinaldo e Waldir Maranhão.
Chico Leitoa e Flávio Dino

A pesquisa Perfil foi realizada no período de 14 a 16 deste mês e ouviu 1.558 pessoas. A margem de erro foi de 4,5% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Com informações do Blog do Diego Emir.
(com informações do Blog do Luís Pablo)

Durante agenda política na cidade de Timon-MA, onde realizou a inauguração do IEMA e do Centro de Educação Integral Jacira de Oliveira e Silva, no último sábado (08), o governador Flávio Dino (PCdoB) foi questionado sobre as eleições de 2018.

Ao ser perguntado sobre a possibilidade de ter o prefeito de Timon, Luciano Leitoa (PSB), como vice em sua chapa, Dino respondeu, sem gaguejar, que seria uma ideia muito boa.
“Eu não pensei nisso ainda porque nós estamos em 2017, mas a ideia é muito boa”, disse.

Não é a primeira vez que o nome do jovem prefeito é cogitado para ser vice na chapa de Flávio; Luciano, reeleito com um maioria esmagadora, goza de uma boa imagem politica no Estado do Maranhão, por causa de vários fatores dentre eles; baixa rejeição, grupo politico grande e consolidado, trabalho prestado e reconhecido em Timon, está como presidente estadual do PSB- MA, membro da executiva nacional do mesmo partido, acumula experiência  de Deputado Federal, Deputado Estadual, e Prefeito por duas vezes, dentre outras atribuições.
Além da possível chapa com Leitoa, Flávio Dino também falou dos avanços na cidade que, segundo ele, é fruto da parceria entre o Governo do Maranhão e a Prefeitura de Timon.

Clique e assista o vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=PQmIOCfsqdA
Governador Flávio Dino
O Partido Comunista do Brasil (PC do B) apresentou na último domingo (4) uma resolução política onde defende a construção de uma frente ampla e democrática para impedir a perda dos direitos sociais dos brasileiros e retomar o desenvolvimento econômico do país. 

Entre as resoluções definidas pelo Comitê Central do PCdoB, a reeleição do governador do Maranhão, Flávio Dino, está entre as prioridades da sigla, pelo papel atuante que Dino vem desempenhando no debate político nacional. 

A reeleição de Flávio Dino - primeiro governador eleito pela legenda – aparece no documento como uma das “tarefas do partido”. 

“Arquitetar, desde já, o projeto eleitoral do PCdoB de 2018 com prioridade à reeleição do governador Flávio Dino, do Maranhão”, é o que diz a terceira das dez metas elencadas pela legenda para os próximos anos.

A resolução ressalta o desempenho de Flávio Dino na luta contra o impeachment de Dilma Rousseff, e a postura do governador na atual crise política brasileira, uma vez que ele é contrário ao congelamento dos gastos públicos proposto na PEC-55 e a favor de imposto sobre grandes fortunas.  

“Depois de ter se destacado na luta contra o impeachment, ele se mantém resoluto na defesa do Estado Democrático de Direito. Em diferentes fóruns de governadores, tem se colocado contra o congelamento de gastos da PEC-55, e no seu lugar defende a taxação das grandes fortunas, das heranças e das aplicações financeiras”, diz a resolução. 

Em artigo, o advogado e jornalista Eurico Barbosa classificou Flávio Dino como “a maior expressão da vida pública brasileira na atualidade”. 

Superando a crise

O governador do Maranhão também vem se destacando como gestor público. Segundo levantamento realizado pelo site G1, apesar da crise econômica que vem assolando vários estados, Flávio Dino conseguiu manter o equilíbrio nas contas e o Maranhão está entre os oito estados que conseguiram superávit e fecharam o ano no azul.

(Imprensa PC
 do B São Luís - MA)

O governador Flávio Dino anunciou nesta quarta-feira (12) a construção do Terminal Rodoviário do município de Timon. O governador conheceu o Plano de Requalificação Urbana do município com projetos voltados para a área urbana, social e educacional, apresentados pelo prefeito de Timon, Luciano Leitoa, e pelo deputado estadual Rafael Leitoa.

A construção do Terminal Rodoviário em Timon é uma das reivindicações antigas dos timonenses. Localizado na BR 316, o projeto arquitetônico do Terminal prevê a construção de área de embarque e desembarque apropriada ao fluxo rodoviário; espaços para restaurantes e quiosques de vendas; terminal de espera para passageiros, banheiros comuns e adaptados; estacionamento para carros, mirante, área para a administração, escadas e elevadores.

“A Rodoviária é o cartão postal de entrada de qualquer cidade. Atualmente, não podemos dizer que Timon possui uma rodoviária. Com o novo espaço, os timonenses terão o Terminal Rodoviário que a população merece ter”, disse o prefeito Luciano Leitoa sobre a obra que recebe investimento de R$ 6 milhões do Governo do Estado.

A construção da rodoviária de Timon integra o conjunto de ações de infraestrutura do Governo do Estado para o desenvolvimento dos municípios do Maranhão. Este ano, o Executivo Estadual autorizou, em Timon, a reforma e ampliação do prédio do Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (Caic), que funcionará como uma escola em tempo integral e a construção do Centro da Juventude Carlos Jansen, primeira obra de grande porte para a prática do esporte e lazer, do próprio município de Timon.

O deputado estadual Rafael Leitoa destacou a importância das obras para o município que recebe, pela primeira vez, obras do Governo do Estado. Rafael relembrou que nos últimos anos a cidade foi abandonada pelo governo anterior. “Nós agradecemos o olhar sensível do governador ao nosso município. A nossa cidade já vive dias melhores”, afirmou o deputado.
O funcionário público timonense, Sabino Rocha, poderá filiar-se no PC do B de Timon. Há tempos recebendo convite para ingressar na sigla comunista, Na última quarta-feira (29) ele tratou do assunto diretamente com o governador Flávio Dino, em uma visita na sede da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

Durante a visita, Marcelo Coelho, o Secretário Estadual de Meio Ambiente e Recursos Naturais (SEMA), apresentou ao governador o administrador Sabino Rocha como um de seus principais assessores, onde o timonense responde pela UGAM, a Unidade Gestora de Unidade Meio, responsável pela parte administrativa, financeira e de planejamento daquela secretaria..

Marcelo comunicou ao governador, que já tinha lançado na mídia da região leste maranhense, o nome do Sabino para compor como vice na chapa do prefeito Luciano Leitoa nas eleições de 2016.

No encontro, Sabino manifestou seu interesse em se filiar no PC do B. O Governador Flávio Dino se declarou satisfeito ao comunicado e disse que será um prazer recebê-lo no seio comunista e fará questão de abonar sua ficha de filiação partidária, em data a ser marcada.

O fato deve-se também de que o Partido Comunista do Brasil (PC do B), não abre mão da vaga de vice-prefeito na chapa do Prefeito Luciano Leitoa, visto que o atual vice, Dr. Danísio Marabuco pertence a mesma sigla. 

Com a sua filiação e a ficha abonada pelo Governador Flávio Dino, Sabino Rocha estará dando mais um passo a frente, colocando seu nome a disposição para ser o vice-prefeito em uma possível chapa com o Prefeito Luciano Leitoa na eleição 2016.

Com informações do Blog do Elias Lacerda.
Flavio Dino na sacada do Palácio dos Leões
Na semana que passou, nossa equipe de Governo promoveu importantes encontros, nos âmbitos nacional e regional, para construir a unidade de forças necessárias ao desenvolvimento do nosso Estado. Pessoalmente, estive em 10 diferentes ministérios levando ao Governo Federal os principais projetos em cada área, sensibilizando as equipes de governo nacionais para que o Maranhão seja realmente prioridade, sobretudo no combate às desigualdades sociais. No encontro com a Presidenta Dilma Roussef, dialogamos por mais de duas horas sobre o que estamos fazendo e faremos no nosso Estado nos próximos anos. Pedi a ajuda prioritária da Presidenta Dilma para três pontos principais. 
Primeiramente, o Programa Escola Digna, com destaque para a substituição das escolas de taipa e palha e a construção dos Núcleos de Educação Integral do Ensino Médio. Essas medidas são fundamentais, pois é verdade que prédios não resolvem sozinhos a questão educacional, porém sem infraestrutura decente é impossível avançar em qualidade. Por isso, além de falar das imprescindíveis obras, relatei à Presidenta Dilma e ao Ministro da Educação, Cid Gomes, todas as medidas que já tomamos para valorizar os educadores maranhenses: aumento salarial; progressões na carreira; melhoria da gratificação dos diretores das escolas; eleições diretas para cargos de direção, com exigência de aprovação em cursos específicos, entre outras medidas.
Em segundo lugar, falei com a Presidenta e a sua equipe sobre as estradas federais que cortam o Maranhão. Apresentei a situação de cada uma, as estatísticas de acidentes e formulei pedidos relativos a duplicações e pavimentações, a fim de resolver questões graves, por exemplo o acesso a São Luís, que dificulta o crescimento do fluxo de negócios embasado no nosso complexo portuário, além de trazer graves transtornos aos cidadãos de todo o Estado que demandam serviços na capital.
Ainda na audiência presidencial, tratei sobre o Programa Mais IDH, envolvendo os 30 municípios maranhenses que hoje estão na lista dos piores índices do País. Enfatizei a necessidade do apoio federal à superação de graves problemas dessas comunidades, tais como a falta de água tratada e de habitação adequada.  
Nesse passo, deixei com a Presidenta Dilma e seus ministros dezenas de projetos que já estamos desenvolvendo em menos de 2 meses de Governo, para que todos vissem que a mudança no Maranhão tem rumo e metas claras. Aproveito para agradecer ao trabalho incessante e corajoso dos Secretários, dirigentes de entidades públicas e suas equipes técnicas, que estão me acompanhando nesse esforço gigantesco para melhorar a vida das pessoas. 
Com o mesmo propósito de promover uma grande união em defesa do Maranhão, quero destacar mais três realizações na semana que passou. Na sexta-feira, por mais de três horas, estive reunido com a bancada maranhense de deputados federais, na presença do senador Roberto Rocha e do deputado Humberto Coutinho, presidente da Assembléia Legislativa. Apresentei nossas prioridades de governo, detalhadamente e com transparência, e traçamos juntos estratégias para assuntos muito importantes, tais como a obtenção de mais recursos para a saúde maranhense. Fiquei feliz com a presença de 15 dos nossos 18 deputados federais, o que mostra um elevado espírito democrático que merece ser enaltecido. 
Também na sexta-feira, promovemos um pacto entre Governo Federal, Governo do Estado e Prefeitura de São Luís, objetivando à Regularização Fundiária na Ilha de São Luís. Vamos ampliar os recursos humanos disponíveis para esse trabalho, pois consideramos que o título definitivo de propriedade traz segurança para as famílias, permite a obtenção de créditos e estimula pequenos comerciantes e prestadores de serviço. No caso do Governo do Estado, essa ação vai se estender para outros municípios maranhenses, tendo como órgão executor o ITERMA.  
E, em terceiro lugar, friso a alegria que tive ao me encontrar com mais de 300 lideranças políticas, comunitárias e sindicais oriundas das 30 cidades que estão abrangidas pelo Programa Mais IDH. Debati com os presentes as ações que vamos concretizar e convidei a todos para mobilizarem os Comitês Municipais Mais IDH, instâncias fundamentais para a realização de ações e para a fiscalização da boa aplicação do dinheiro público. 
Com esse relato, além de prestar contas ao povo - legítimo detentor do poder soberano - busquei sublinhar a minha crença em um modo de fazer política, que não abre mão de princípios e valores, mas que também sabe agregar as forças necessárias para o alcance de metas. Definitivamente, creio que a boa política exige o afastamento de dois extremos: o cinismo, que tudo acha "normal", e o fanatismo, que apenas aparentemente é "puro". 
A partir de amanhã tem mais, muito mais. O governo é de todos nós.


         Flávio Dino - Governador do Estado do Maranhão 

O Governador Flávio Dino anunciou em sua página pessoal no Facebook, o anuncio da redução das taxas do DETRAN a partir de março.
Num Estado que figura entre os lanternas do País no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), com escolas de ‘barro e palha’ nos rincões, revela o governador, Flávio Dino está estupefato com a lista de gastos desnecessários que herdou da antecessora Roseana Sarney.
Além de colocar à venda uma casa de praia, palco de banquetes para empresários e políticos, o governo acaba de cancelar um contrato com táxi aéreo que, só em 2014, consumiu R$ 15 milhões dos cofres públicos.
O jatinho era usado pela ex-governadora e o primeiro escalão para viagens – investiga-se se todas a trabalho.
‘Eu viajo de avião comercial, neste momento. Depois faremos contrato em outros termos, que não consuma R$ 15 milhões’, explica o governador.
LUPA
Na esteira de revisão de contratos com terceirizados no Estado, o do Detran com empresas caiu de R$ 20 milhões para R$ 6 milhões. E continua funcionando.
Dino enviou a Brasília equipe para escolher no MEC modelo de alfabetização que se adapte ao Maranhão. Aumentou salário dos professores, vai contratar mais mil professores e construir escolas.
Por Leandro Mazzini
Governador Flávio Dino diz que não foi possível corrigir em 30 dias os erros cometidos pelo clã Sarney durante 50 anos, mas garante ter acabado com o nepotismo no Estado e promete que ninguém no novo governo assaltará o erário público
Comunista repete Pedro Malan, ex-ministro da Fazenda de FHC: "No Brasil até o passado é imprevisível"
ISTOÉ - Não bastasse o rombo nas contas públicas deixado pela antecessora, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), deparou-se com mais um grave e surpreendente problema administrativo, ao encerrar seu primeiro mês de mandato: a ex-governadora Roseana Sarney não quitava as despesas com energia dos órgãos públicos havia meses e o Estado deve R$ 30 milhões à companhia elétrica. A pendência se soma à dívida de R$ 1,1 bilhão herdada do governo anterior que, aos poucos, será equacionada, segundo afirmou Dino em entrevista à ISTOÉ. “É impossível que a gente corrija em 30 dias tudo de errado que fizeram em 50 anos. De qualquer forma, acabamos com o nepotismo e não há ninguém no governo ocupado em assaltar o erário público”, salientou o novo governador.

Sobre o cancelamento da obra da Refinaria Premium I, muito criticada pela oposição, Dino atribuiu a culpa ao ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão e ao seu padrinho José Sarney e lembrou da relação deste com Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, partícipe e delator do esquema de desvios na estatal. “Sabe Deus o que está enterrado nesse buraco da refinaria, boa coisa não é. O intermediário dos negócios com o governo do Maranhão era o notório e notável Paulo Roberto Costa. Era ele que vinha aqui. Em todas as fotos da refinaria, com Roseana, com Sarney, com Lobão, está o Paulo Roberto Costa.”

ISTO É -Um mês de governo foi tempo suficiente para o sr. conhecer a real situação do Estado?

FLÁVIO DINO – Há uma frase atribuída ao ex-ministro Pedro Malan que se aplica à realidade em que a gente se encontra: no Brasil até o passado é imprevisível. Toda semana é uma surpresa. Na terça-feira nós descobrimos que a conta de energia elétrica dos órgãos públicos não estava sendo paga havia vários meses, uma dívida de R$ 30 milhões. Não houve uma transição organizada: no meio do processo a governadora Roseana Sarney renunciou. Então, o que nós apuramos até aqui são débitos da ordem de R$ 1,1 bilhão. Nós fizemos uma economia rigorosa de custeio, seguramos a abertura do Orçamento e estamos lutando para atualizar esses débitos passados, sobretudo com os servidores e prestadores de serviço. As dívidas inadiáveis, como o empréstimo que Roseana havia feito com o Bank of America, uma parcela de R$ 110 milhões, nós pagamos neste mês.

ISTOÉ – Antes de assumir, o sr. impediu sua antecessora de fechar um contrato bilionário de terceirizados para os presídios. Qual foi a alternativa para lidar com a falta de funcionários? 

FLÁVIO DINO – Vamos substituir os terceirizados por trabalhadores temporários. Mesmo pagando um salário maior, o Estado terá uma economia anual de R$ 20 milhões. Isso mostra que a terceirização é ineficiente. O passo seguinte é fazer o concurso ainda neste ano para preenchimento dos cargos de agente penitenciário. Esse é o primeiro desafio; o segundo é ampliar e melhorar os presídios. Encontramos as obras de unidades prisionais paralisadas, porque elas haviam sido contratadas com base em situações de emergência que foram decretadas no auge da crise. O presídio Timon era para ter sido concluído em outubro; o de Imperatriz, em setembro. As obras não foram concluídas. Um caminho jurídico para dar sequência às obras é a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).

ISTOÉ – Por que os órgãos de controle do Estado não detectaram as irregularidades nas contas públicas durante o mandato de Roseana Sarney?

FLÁVIO DINO – Os mecanismos de controle interno, externo e as ações do Ministério Público sempre foram muito frágeis, de baixa eficácia. Estamos tentando redesenhar esses mecanismos. O governo procurou o Tribunal de Contas do Estado para fazer o treinamento dos novos servidores. Estamos apurando e encontrando absurdos. Vamos provocar o tribunal de contas, o Ministério Público. Vamos enviar tudo para que eles tomem as providências que considerarem necessárias. Há casos de total afronta à lei de responsabilidade fiscal.

ISTOÉ – O sr. recebeu críticas pela composição do secretariado. Existem parentes e apadrinhados em seu governo?

FLÁVIO DINO – Não há nenhum parente meu em nenhum cargo até o 20º grau, rigorosamente nenhum. Em relação aos secretários, o que aconteceu é que nós estamos formando equipes. As pessoas citadas como aliados são servidores de carreira de vários órgãos. O caso em que mais bateram foi o da chefe de gabinete do governador. Ela é dirigente do PCdoB há 20 anos, foi dirigente do sindicato e coordenou minhas campanhas desde 2006. É professora concursada. Ela atualmente tem relação afetiva com outro secretário. É a mesma situação da ministra Gleisi Hoffmann com o ministro Paulo Bernardo. Eu não posso punir o amor, não posso controlar a vida afetiva das pessoas. Ele a nomeou? Não, fui eu quem nomeou. Não há nenhuma violação legal. Há uma tentativa dos nossos antecessores de buscar nos igualar a eles. Eles dizem o tempo todo: nada mudou. Mas o povo está vendo, não há nepotismo no Maranhão, não há ninguém no governo ocupado em assaltar o erário público, essa é uma grande mudança. Acabamos com as quadrilhas que operavam no governo do Maranhão. Nós pegamos o portal da transparência com 40% de gastos secretos e estamos refazendo o sistema. Eles estão nos acusando de deixar o portal fora do ar durante a troca da metodologia. Mas nós estamos corrigindo uma fraude. Eles cobram, mas é impossível que a gente corrija em 30 dias tudo de errado que fizeram em 50 anos.

ISTOÉ – O cancelamento das obras da Refinaria Premium I trará prejuízos ao Maranhão? 

FLÁVIO DINO – A refinaria é uma boa ideia mal executada. Que o Brasil precisa de mais refinarias não há dúvida. Que é justo e necessário que essas refinarias sejam construídas nas regiões Norte e Nordeste é indiscutível. O principal produto do complexo portuário é combustível. O Maranhão é um grande distribuidor de combustível para o Norte e o Nordeste, é um entreposto. Temos necessidade de refino, porto, ferrovias e rodovias. A própria localização geográfica do Maranhão é estratégica, pois está no meio do caminho, tem acesso direto ao Centro-Oeste via ferrovias. São muitas vantagens técnicas.

ISTOÉ – Então, por que o projeto fracassou?

FLÁVIO DINO – O problema foi a apropriação eleitoreira, a agonia do Edison Lobão e do José Sarney quando eram ministro de Minas e Energia e presidente do Senado. Forçaram a mão para que o projeto da refinaria saísse de qualquer jeito, sem projeto, sem estudo técnico. Deu no que deu. Agora eles estão querendo empurrar o problema para mim. Eu tenho que salvar a refinaria do Maranhão. Eles me cobram todo dia. O Sarney fez um artigo dizendo que o governo tem que se mobilizar. Claro que eu desejo que o Maranhão receba uma refinaria, mas quem criou o problema foram eles. Que resolvam.   O certo é que enterraram R$ 1,5 bilhão aqui e ninguém sabe como e por que agora há um vazio completo. Estou esperando passar a situação de instabilidade institucional muito aguda da Petrobras, que acabou resultando nesse anúncio da saída da Graça Foster. Estou esperando as coisas se arrumarem para eu restabelecer um diálogo com a Petrobras, em outras bases, em outros termos, dessa vez como uma coisa séria. Não por acaso, o intermediário dos negócios com o governo do Maranhão era o notório e notável Paulo Roberto Costa. Era ele que vinha aqui. Em todas as fotos da refinaria, com Roseana, com Sarney, com Lobão, está o Paulo Roberto Costa. Era ele o interlocutor, ele que vinha, ele que reunia, ele que anunciava. Sabe Deus o que está enterrado nesse buraco da refinaria. Boa coisa não é.

ISTOÉ – O ex-presidente José Sarney atribuiu os cortes de verbas na fundação que guarda seu acervo a uma vingança. A instituição será fechada?

FLÁVIO DINO – O que a gente fez emergencialmente foi reduzir os gastos. Havia um comprometimento com pessoal lá que ultrapassava R$ 2 milhões. Reduzimos a folha. Agora estamos averiguando a parte estrutural do prédio. O Convento das Mercês está com risco de desabamento, várias partes estão escoradas. Não consigo entender como deixaram um prédio do século XVII naquela situação. Estamos rediscutindo o modelo da fundação. O que se referir ao mandato presidencial do senador José Sarney pode integrar o acervo da fundação. O que for estritamente pessoal não interessa para a manutenção com dinheiro público. Ele pode fazer um memorial privado, custeado com dinheiro privado.

ISTOÉ – Qual é o futuro da Fundação Sarney?

FLÁVIO DINO – Nossa proposta é que fiquemos responsáveis apenas pela guarda do que é estritamente relacionado ao período presidencial. O passo seguinte é transformá-la em uma fundação de memória republicana, e não no registro de passagem de um único político.

ISTOÉ – No Congresso, o sr. ajudava nas articulações do governo. Como analisa a eleição de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara?

FLÁVIO DINO – Menos problemas do que se prevê. O governo continua a ter uma maioria folgada. A grande questão é a gestão dessa maioria. Há alguns anos, o PT tinha uma visão de que a chave da governabilidade é um duopólio PT/PMDB. Essa foi a estratégia do segundo mandato do Lula e do primeiro mandato da Dilma. Os conflitos e dificuldades iniciais mostram que é hora de uma visão mais aberta.

ISTOÉ – Com os desdobramentos do escândalo da Petrobras, crises hídrica e energética e um inimigo no comando da Câmara, o governo corre o risco de atravessar uma crise institucional?

FLÁVIO DINO – Crise institucional, não. Passamos por muita coisa na superação da ditadura para a democracia. Está muito claro que não há um cenário de impasse sem saída. A tendência é haver algum tipo de rearranjo, pacto entre as forças políticas. A iniciativa de abrir um diálogo com a oposição tem que partir do governo. A continuidade do clima do segundo turno não ajuda para que os problemas da população sejam resolvidos. Essa polarização sectarizada entre PT e PSDB não ajuda o Brasil. Essa é uma briga paulista que acabou se tornando uma questão nacional de um modo, a meu ver, muito artificial.

ISTO É

Do Cidade Verde
Dias depois de uma decisão judicial garantir que pacientes do Maranhão devem ser atendidos sem restrições no Piauí,na última sexta-feira (23), o prefeito de Teresina (PI), Firmino Filho (PSDB), afirmou acreditar que a solução para a pactuação do atendimento dos dois estados está próxima. A mudança de governo no estado vizinho é o que dá ânimo ao gestor piauiense. 


"Nós já tivemos uma conversa com o secretário de saúde do Maranhão (Marcos Pacheco). Entendemos que houve uma mudança de postura muito grande por parte do Governo do Maranhão, do novo secretário e do novo governador, Flávio Dino (PCdoB). Vamos ter na próxima semana uma reunião do nosso secretário de saúde de Teresina (Aderivaldo Andrade) e do novo secretário de saúde do Maranhão, em Brasília. Esperamos que isso possa ter bons desdobramentos", disse Firmino Filho na última sexta-feira, enquanto doava sangue e falava com jornalistas. 

Para Teresina, o problema no atendimento a pacientes do Maranhão e de outros estados é a falta de compensação para que a capital piauiense arque com essas despesas - em especial nos pacientes com câncer, cujos gastos são maiores. Até 2014, o diálogo com o Maranhão rendeu até ataques em redes sociais proferidos pelo então secretário de saúde, Ricardo Murad. Perguntado se agora há diálogo, Firmino Filho respondeu: "diálogo respeitoso e construtivo, o que é bom". 

"É importante dizer que o clima mudou muito. Existe hoje uma postura bastante cooperativa e solidária por parte das autoridades sanitárias do Maranhão e isso nos permite dizer que estamos prestes a ter boas mudanças neste sentido", acrescentou o prefeito, ressaltando que as conversas com Flávio Dino e sua equipe começaram ainda em 2014, com participação também do prefeito de Timon (MA), Luciano Leitoa. 


Para o prefeito, as mudanças devem garantir uma chegada mais organizada e qualificada dos pacientes do Maranhão e fazer com que minimizar o sacrifício financeiro do lado do Piauí. 

Fábio Lima
Secretário Marcelo Tavares fala sobre a atual situação financeira do Estado
O Chefe da Casa Civil do governo do Estado, Marcelo Tavares, a Secretária Estadual de Planejamento de Orçamento Cyntia Mota Lima e o Secretário de Fazenda Marcellus Ribeiro Alves, concederam entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (09) para detalhar a situação Fiscal do Governo.
Marcelo Tavares apresentou demonstrativo referente a dívidas deixadas pelo governo Roseana Sarney, que juntas, chegam a um rombo de R$ 1,1 bilhões.
Tavares explicou que a dívida deixada pelo governo anterior inclui R$ 545 milhões referentes a dívidas com precatórios, R$ 423 milhões de restos a pagar e R$ 86 milhões de verbas retidas dos servidores públicos, descontados dos salários dos servidores, mas que não foram repassadas aos agentes credores. O chefe da Casa Civil explicou que Roseana deixou o Caixa do Estado em situação crítica, deixando apenas R$ 24 milhões de reais.
Apesar das dívidas herdadas, governo Flávio Dino vai honrar com todas as obrigações financeiras.
Marcelo Tavares explicou como o governo conseguirá receita para garantir o pagamento dos servidores referente ao mês de janeiro, bem como as demais obrigações financeiras. Uma parte dos recursos virá graças ao bloqueio dos últimos pagamentos autorizados pelo ex-governador Arnaldo Melo no final do ano passado. “Ao bloquear pagamentos com indícios de irregularidades, o governador Flávio Dino se preocupou em garantir a liquidez do fluxo de caixa para o pagamento da folha de janeiro”, disse.
Outra parte dos recursos para cobrir os rombos virá do corte de gastos de custeio desnecessários: “Desde o primeiro dia o governo está trabalhando para garantir que haja recursos necessários para investimentos prioritários. O governo Flávio Dino honrará com todas as obrigações financeiras”, disse Tavares.

O corte de gastos deverá atingir 30% no orçamento de custeio e garantirá, se houver necessidade de mantê-lo até o fim do ano, uma economia de mais de R$ 800 milhões.
Tavares enfatizou que os cortes não afetarão os investimentos do governo nas áreas sociais e nos programas de desenvolvimento econômico do Estado.
Onde haverá cortes
– Contratos de convênios assinados com suspeitas graves no faturamento;
– Contratos não relacionados aos interesses diretos dos maranhenses;
– Artigos de Luxo;
– Transferências de prédios alugados pelo Estado para imóveis pertencentes ao patrimônio do governo.

ASCOM
A medida que prevê a convocação de mil candidatos aprovados na primeira fase do concurso realizado em 2012 para compor os quadros da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Maranhão não possui impedimento legal. O procedimento já tinha sido apontado em parecer da Procuradoria Geral do Estado ainda na antiga gestão, mas foi ignorado à época.
O processo de convocação está sendo coordenado pela Secretaria de Estado de Gestão e Previdência (Segep). O titular da pasta, Felipe Camarão, explica que, revestido do poder de autotutela da Administração Pública, o Estado pode rever seus atos administrativos quando considerados contrários ao interesse público.
“Nada impede, juridicamente, que façamos essa chamada. Vamos prorrogar a validade do concurso e, aos poucos, chamar o quanto for possível para tentar solucionar os problemas da segurança pública no Maranhão”, adianta o secretário Felipe Camarão.
A convocação dos excedentes foi anunciada durante a posse do governador do Maranhão, Flávio Dino, e formalizada através de decreto, assinado no dia 1º deste mês, com o objetivo diminuir o déficit de policiais no Estado, agindo diretamente no combate à violência. O reforço militar se fez necessário diante dos alarmantes dados do Ministério da Justiça, onde o Maranhão possui a menor proporção de policiais por habitantes do país, sendo um policial para cada 890 habitantes.
A medida institui a convocação dos primeiros mil colocados dentre aproximadamente 15 mil participantes do concurso que tiveram média para aprovação, mas ficaram abaixo da média de corte e por isso não foram classificados. “Chamaremos só os que alcançaram a pontuação exigida, até os 24 pontos. E a ordem será a de classificação”, destaca o secretário Felipe Camarão. Os novos convocados passarão por testes de aptidão física e curso de formação.
Além da convocação, o decreto institui ainda a formação de uma Comissão específica para analisar caso a caso pendências com candidatos que questionem reprovações através de ações judiciais. Gerenciada pela Segep, a comissão vai avaliar os motivos da reprovação e os argumentos apresentados, propondo acordos a serem submetidos à homologação judicial, quando cabível.
A convocação integra o conjunto de 17 medidas, entre projetos de lei, medidas provisórias e decretos, a serem executadas de imediato pela nova gestão.

Ascom
Em vídeo distribuído nas redes sociais, o governador eleito, Flávio Dino (PCdoB), convida todos os maranhenses para participar da cerimônia de posse, que acontecerá na quinta-feira (1º de janeiro) em frente ao Palácio dos Leões, no Centro Histórico de São Luís.

“Esse momento tão importante na vida política do Maranhão só é possível em razão da sua luta na sua comunidade, no seu bairro, no seu povoado, na sua cidade. Por isso mesmo, você e sua família são nossos convidados especiais para essa festa de celebração da vida, da esperança e da alegria,” disse.

Acompanhe o vídeo pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=wS4GTQdOc6U

O governador eleito do Maranhão, Flávio Dino, esteve em Fortaleza -CE para uma visita ao governador do Ceará, Cid Gomes, e ao governador eleito Camilo Santanna junto com sua vice, Isolda Cela. Recebido no Palácio da Abolição, Flávio ouviu sobre a experiência educacional aplicada no Ceará para Ensino Profissionalizante.

Acompanhado por membros de sua equipe que já foi indicada para o próximo governo, Flávio Dino conheceu mais detalhes sobre a aplicação do modelo de ensino profissionalizante. Estiveram presentes Marcelo Tavares (Casa Civil), Áurea Prazeres (Educação), Bira do Pindaré (Ciência e Tecnologia) e Ted Lago (Emap). O modelo foi apresentado à equipe maranhense pelo governador cearense e pelo secretário estadual de Educação - Maurício Holanda.

Após o diálogo sobre o programa educacional, Dino e sua equipe seguiram para o município de Itaitinga para conhecer in loco o cotidiano dos alunos e professores da escola profissionalizante em tempo integral, que, após 7 anos de implantação, hoje atinge 40 mil alunos da rede estadual.

Alunos e funcionários da Escola Profissionalizante de Itaitinga-CE conduziram uma visita de Flávio Dino e membros de sua equipe para conhecer o modelo estadual de ensino profissional aplicado no Estado, que possui uma rede interiorizada baseada no mesmo modelo.

"Estamos conhecendo experiências exitosas em todo o Brasil para fazer com que o Maranhão possa ter mais desenvolvimento com a maior agilidade possível," disse Flávio.


A equipe de Dino tem visitado outros estados e conversado com a academia e os movimentos sociais maranhenses para planejar ações que sejam aplicadas desde os primeiros dias de Governo.
Felipe de Holanda
Flávio Dino anunciou na manhã desta segunda-feira (01/12) mais um nome que integrará a sua equipe de governo a partir de 1° de janeiro. Felipe de Holanda foi indicado para compor a próxima gestão presidindo o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos (IMESC).

O IMESC é um dos órgãos públicos da administração estadual que apresenta as estatísticas sociais e auxilia na área de planejamento com base em estudos e pesquisas. O IMESC é uma autarquia vinculada a Secretaria Estadual de Planejamento, e, entre as atribuições, cabe ao órgão o acompanhamento e avaliação de planos, programas e projetos, a análise conjuntural socioeconômica e a gestão de Banco de Dados com informações socioeconômicas e cartográficas. Além disso, o IMESC atua em parceria com o IBGE realizando e divulgando periodicamente os cálculos do PIB do Estado do Maranhão e de seus municípios.

Conheça o perfil do novo diretor:

FELIPE DE HOLANDA - Instituto de Maranhense de Estudos Socioeconômicos (IMESC)

Nascido em Recife-PE, Felipe de Holanda é professor do Departamento de Economia da UFMA e Presidente do Conselho Regional de Economia do Maranhão – CORECON-MA. Graduou-se em Economia e em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP), em 1990 e 1991, concluiu o Mestrado em Economia no Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) em 1997 e atualmente é doutorando do Programa de Pós Graduação em Políticas Públicas na UFMA.

(assessoria)