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 A federação entre o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e o Cidadania foi oficializada em um evento em Brasília, nesta sexta-feira (15 de agosto), marcando um passo importante para as eleições de 2026. A união das duas siglas visa criar uma frente de oposição forte no cenário político.

O encontro, que aconteceu por volta das 13h30 em um almoço na sede da Fundação João Mangabeira, contou com a presença de líderes de ambos os partidos. Estiveram presentes o presidente do PSB-DF, Rodrigo Dias, o ex-interventor do Distrito Federal, Ricardo Cappelli, e a deputada distrital Dayse Amarilio. O presidente do Cidadania no DF, Cristovam Buarque, não pôde comparecer.

A nova federação busca construir uma "ampla frente democrática popular" para a disputa eleitoral de 2026 no Distrito Federal, como destacou Ricardo Cappelli. O grupo já aproveitou o evento para reafirmar a pré-candidatura de Ricardo Cappelli ao Governo do DF e de Cristovam Buarque à Câmara Federal. A deputada Dayse Amarilio também teve sua pré-candidatura à reeleição na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) confirmada.

Essa aliança estratégica demonstra a intenção dos partidos de se fortalecerem para as próximas eleições, apresentando um bloco unido de candidaturas para a população.

Senado Federal em Brasília-DF
O Senado Federal é o representante dos estados no Congresso Nacional do Brasil. Foi criado junto com a constituição imperial brasileira de 1824, nos primeiros anos do Império do Brasil, sendo esta outorgada. Durante o Império, o Senado brasileiro atendia pelo nome de Senado do Império do Brasil. Tendo a primeira legislatura se reunido em seis de maio de 1826. O Senado brasileiro foi inspirado na Câmara dos Lordes do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, mas com a proclamação da república do Brasil foi adotado um modelo semelhante ao do Senado dos Estados Unidos da América.
Na primeira sessão ordinária foi eleita a primeira Mesa Diretora da Casa, cinquenta senadores representavam as províncias em quantidade proporcional à população. Na época, o cargo de senador, vitalício e privativo de brasileiros natos ou naturalizados, exigia idade mínima de 40 anos e rendimento anual mínimo de oitocentos mil réis.
Atualmente, o Senado Federal possui 81 senadores, eleitos para mandatos de oito anos, sendo que são renovados em uma eleição um terço e na eleição subsequente dois terços das cadeiras. As eleições para senador são feitas junto com as eleições para presidente da república, governador de estado, deputados federal, estadual e distrital, dois anos após as eleições municipais. Todas as 27 unidades da Federação (26 estados e o Distrito Federal) possuem a mesma representatividade, com três senadores cada. Os senadores representam os estados e não a população, daí, portanto a não proporcionalidade em relação ao número de habitantes de cada estado.
O atual presidente do Senado Federal do Brasil é o senador José Sarney, filiado ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) do Amapá. Além das lideranças do governo e de cada partido, o senado possui também lideranças do bloco parlamentar da maioria, da minoria e de apoio ao governo.
A Constituição brasileira determina que cada estado e o Distrito Federal elejam três senadores, com mandato de oito anos. Cada um será eleito com dois suplentes. Atualmente, eles são eleitos por voto direto, tornando-se legítimos representantes do povo.  Ao Senado compete, entre outras atribuições, processar e julgar o presidente, vice-presidente e os ministros de Estado, nos crimes de responsabilidade, bem como ministros do Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República e o Advogado-geral da União.

foto: internet