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Presidente Dilma fala sobre o Minha Casa, minha vida.

Na coluna Conversa com a Presidenta desta terça-feira (7), a presidenta Dilma Rousseff explicou as regras para construção ou reforma de residência em zona rural, pelo programa Minha Casa, Minha Vida Rural. Ao responder pergunta da lavradora Shirley Pereira Ribeiro, de Baependi (MG), Dilma lembrou que as famílias com renda anual de até R$ 15 mil têm direito a um financiamento de até R$ 28,5 mil, e que paga de volta apenas 4% do valor emprestado.

“O programa Minha Casa, Minha Vida Rural está presente em todos os estados do país e foi feito justamente para garantir o acesso a uma moradia digna aos agricultores familiares e aos trabalhadores rurais. (…) Para os moradores da Região Norte do país, o valor do subsídio pode chegar a R$ 30.500,00 para a construção e a R$ 18.400,00 para reforma da moradia. (…) As casas localizadas onde houver necessidade poderão ser entregues com cisternas de placas, para garantir armazenagem de água, questão muito importante na região semiárida do país”, afirma.

A presidenta ainda falou sobre o envio ao Congresso da proposta que destina recursos do pré-sal para a educação. Segundo Dilma, a educação de qualidade é o caminho para garantir de forma permanente recordes alcançados nos últimos anos na geração de empregos, na valorização do salário e nas conquistas sociais dos trabalhadores. Ela pediu que os brasileiros incentivem seus deputados e senadores a apoiar essa iniciativa, única forma de, para ela, garantir o ensino da creche ao doutorado.
Blog do Planalto

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Prefeito segue até o dia 30 em Brasília onde participa de evento
 Nesta segunda-feira (28), o prefeito de Timon, Luciano Leitoa, está em Brasília onde participa do Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, que às 18h contará com a presença da presidenta Dilma Rousseff e ministros. Este encontro tem o objetivo de apresentar aos gestores municipais as ações do governo federal e programas do governo.

Na oportunidade, Dilma deve orientar os prefeitos sobre como eles podem ajudar nas propostas do governo que estão em tramitação no Congresso e defender seu projeto de repasse dos royalties do petróleo para educação. As principais políticas a serem discutidas no evento são educação, saúde, economia e infraestrutura.

O Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas segue até o dia 30 em Brasília. Participam os prefeitos eleitos e reeleitos no pleito do ano passado e todos os deputados e senadores.

Durante o Encontro também serão oferecidas oficinas de capacitação para os prefeitos, como sobre as ferramentas que dão acesso a recursos e programas do Governo Federal. Os ministérios e secretarias de governo terão estandes para receber os prefeitos. O banco estatal BNDES também participa do evento, além de entidades como o Sebrae.

O prefeito atendeu ao convite da presidenta Dilma e destacou que eventos como esse são importantes para orientar as políticas da administração municipal. "Timon estará sintonizada com todas as políticas públicas do Governo Federal, em especial  as que são voltadas para a população mais carente", pontuou Luciano.
Dilma se emociona a falar sobre a tragédia
A presidente Dilma Rousseff esteve na tarde deste domingo a Santa Maria, no Rio Grande do Sul, onde um incêndio na boate Kiss deixou pelo menos 232 mortos e 131 feridos, e imediatamente se dirigiu a um hospital para visitar alguns feridos, segundo fontes oficiais.

Dilma chegou ao Brasil de Santiago do Chile, onde participava da Cúpula Celac-União Europeia, após cancelar os compromissos oficiais que ainda tinha no Chile.
A governante aterrissou às 13h25 na base aérea de Santa Maria, segundo uma nota publicada pelo governo do estado.
A governante, que em entrevista coletiva que concedeu no Chile se mostrou abalada pela tragédia e não conteve as lágrimas, se dirigiu assim que desembarcou ao hospital da Caridade de Santa Maria, um dos que mais recebeu feridos, para conversar com as vítimas e seus parentes.
Dilma chegou ao hospital acompanhada dos ministros da Saúde, Alexandre Padilha; da Educação, Aloizio Mercadante, e de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, que estavam com ela no Chile.
Também acompanharam a presidente na visita a secretária de Direitos Humanos, Maria do Rosário; o governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e o prefeito de Santa Maria, Cezar Schirmer.
A mandatária tinha anunciado do Chile seu desejo de acompanhar os familiares das vítimas e de oferecer diretamente em Santa Maria toda a ajuda necessária.
"Quem precisa de mim neste momento é o povo brasileiro. Pedi a todos os ministros ajudar em tudo que puderem e ir para lá e eu também estarei lá", assegurou a presidente pouco antes de embarcar.
O Rio Grande do Sul é o estado onde Dilma Rousseff começou nos anos 1980 sua carreira política que a levou à presidência.
A presidente, além disso, passou a maior parte de sua vida em Porto Alegre, onde ainda vivem sua única filha e seu único neto.



“Eu não falo sobre aumento de gasolina, eu falo de redução de tarifa de energia", disse Dilma Rousseff (Foto: Antonio Cruz/ABr)
Brasília – Em meio a rumores sobre aumento do preço da gasolina, a presidenta Dilma Rousseff preferiu não comentar o assunto. Questionada por jornalistas, Dilma respondeu: “Eu não falo sobre aumento de gasolina, eu falo de redução de tarifa de energia.” A presidenta falou aos jornalistas após o encerramento da 6ª Cúpula Brasil-União Europeia (UE), realizada no Palácio do Planalto.
a redução de preço de energia foi anunciada pela própria presidenta, em rede nacional de rádio e televisão. Dilma informou que começaria a valer dia 24, a redução de 18% na conta de luz de consumidores residenciais e de até 32% para os setores da indústria e agricultura, do comércio e de serviços.
O comitê de Política Monetária (copom) do Banco Central projetou reajuste no preço da gasolina em torno de 5% para o acumulado deste ano. A informação foi divulgada na ata da reunião do comitê, ocorrida na semana passada. Na ocasião, o Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 7,25% ao ano.
Na semana passada, o vice-presidente Michel Temer havia admitido que o governo estava avaliando a possibilidade de reajuste nos preços da gasolina e do diesel. Já o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Antônio Henrique Siqueira, confirmou a defasagem dos preços da gasolina em 7%, mas disse que “não havia decisão do governo” sobre o aumento de preços do produto.
No fim do ano passado, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o aumento no preço dos combustíveis ocorreria no “momento certo”. Na ocasião, Mantega negou que houvesse demanda da Petrobras para que o reajuste chegasse a 15%.

Agência Brasil