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O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, nesta quarta-feira (30), após passar por uma cirurgia de desobstrução intestinal. No entanto, ele permanece internado em um quarto do hospital, sem previsão de alta.   


Uma recente pesquisa da Vox Brasil Pesquisa Marketing, divulgada traz à luz o panorama atual da corrida pelo Palácio dos Leões nas eleições de 2026. O estudo, realizado entre os dias 12 e 17 de abril de 2025, auscultou 1.050 eleitores em 31 municípios maranhenses e aponta o atual prefeito de São Luís; Eduardo Braide, na vanguarda das intenções de voto.

De acordo com o apurado, Braide lidera com 31,90% das intenções, seguido pelo ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, com 22,20%. Em terceiro lugar, o vice-governador Felipe Camarão acumula 11,16%; logo após, o ex-senador Roberto Rocha atinge 9,04%, e Orleans Brandão figura com 8,47%. A pesquisa também expõe que 9,62% dos entrevistados manifestaram a intenção de anular o voto, enquanto 7,61% declararam indecisão ou preferiram não opinar.

Em um segundo quadro, sem a participação de Eduardo Braide, o cenário eleitoral ganha novos contornos: o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, emerge como favorito, alcançando 36,29% das intenções de voto. O atual vice-governador, Felipe Camarão, registra 17,80%, seguido por Orleans Brandão, com 11,05%, e Roberto Rocha, com 9,53%. Outros 12,57% dos entrevistados sinalizaram voto nulo, e 12,76% demonstraram incerteza ou optaram pelo silêncio.

No tocante à rejeição, Roberto Rocha ostenta o maior índice, com 27,35%. Na sequência, o ex-governador e chefe da pasta da Justiça, Flávio Dino, soma 17,04% de rejeição. Já o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, aparece com 11,05%, seguido de perto pelo prefeito de São Luís, Eduardo Braide, com 9,52%. Outros nomes citados foram o secretário de Educação Felipe Camarão, com 7,91%, e a ex-governadora Roseana Sarney, com 8,09%. A rejeição aos postulantes também se projeta na opção pelo voto nulo, apontada por 10,95% dos entrevistados, enquanto 8,09% preferiram não se manifestar. O levantamento possui margem de erro de 4,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O pré-candidato ao governo do Maranhão pelo Partido Novo, Lahesio Bonfim, anunciou visita à cidade de Timon para o dia 3 de maio, primeiro sábado do próximo mês. A agenda, divulgada aos correligionários do partido, tem como objetivo fortalecer a base de apoio para as eleições de 2026.

Bonfim, que conquistou o segundo lugar no pleito de 2022, planeja realizar uma série de encontros com lideranças locais e simpatizantes, buscando consolidar alianças e apresentar suas propostas para o próximo ciclo eleitoral. A visita marca o início de uma série de movimentações políticas do pré-candidato no interior do estado, visando ampliar sua presença e influência na região.

Com informações do Elias Lacerda. 


(foto: instagram/reprodução)
 "A "Rota 22", série de eventos do PL para mobilizar eleitores no Norte e Nordeste, não será interrompida pela hospitalização de Jair Bolsonaro. Seus aliados confirmaram a continuidade de algumas agendas, mesmo sem sua presença, após ele passar mal durante uma mobilização no Rio Grande do Norte. As viagens, que incluíam Ceará, Paraíba, Sergipe e Rondônia, têm como objetivo manter o apoio ao Projeto de Lei da Anistia, cuja urgência foi solicitada pelo partido. Embora algumas atividades aguardem a recuperação do ex-presidente, as agendas nos quatro estados citados estão confirmadas. Assessores informam que grandes manifestações, como as de São Paulo e Rio de Janeiro, serão
retomadas apenas após sua plena recuperação. Michelle Bolsonaro, seguindo recomendações médicas, restringiu as visitas a familiares na primeira semana de recuperação, vetando encontros políticos."



O Plenário do Senado aprovou nesta segunda-feira (30) o auxílio emergencial de R$ 600 para trabalhadores informais de baixa renda, a ser concedido durante a pandemia do novo coronavírus (PL 1.066/2020). A medida durará, a princípio, três meses, mas poderá ser prorrogada. O projeto segue agora para a sanção presidencial.

O benefício será destinado a cidadãos maiores de idade sem emprego formal, mas que estão na condição de trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI) ou contribuintes da Previdência Social. Também é necessário ter renda familiar mensal inferior a meio salário mínimo per capita ou três salários mínimos no total e não ser beneficiário de outros programas sociais ou do seguro-desemprego.


Para cada família beneficiada, a concessão do auxílio ficará limitada a dois membros, de modo que cada grupo familiar poderá receber até R$ 1.200. Depois da sanção, o início dos pagamentos dependerá de regulamentação do Poder Executivo.


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre — que contraiu a covid-19 e está afastado, em tratamento —, publicou nas suas redes sociais mensagem na qual pede ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que sancione imediatamente o PL 1.066/2020.


Fonte: Agência Senado

O projeto foi aprovado com ajustes de redação feitos pelo relator, senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), para eliminar dúvidas quanto à aplicação de alguns dispositivos. Como as mudanças não alteram o conteúdo do texto, ele não precisará voltar para a Câmara dos Deputados, onde teve origem.

Os benefícios do Bolsa Família são os únicos que não excluem a possibilidade de receber o auxílio aprovado nesta segunda-feira. Nesse caso, quando o valor do auxílio for mais vantajoso para uma família inscrita no programa Bolsa Família, o auxílio o substituirá automaticamente enquanto durar essa distribuição de renda emergencial.


Os pagamentos serão feitos pelos bancos públicos federais (Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) em três parcelas mensais, no mínimo. Os beneficiários receberão o valor em contas criadas especialmente para esse fim, que não exigirão a apresentação de documentos e não terão taxas de manutenção. Será possível fazer uma movimentação gratuita por mês para qualquer outra conta bancária.


Trabalhadores em contratos intermitentes que não estejam em atividade também poderão receber o auxílio, enquanto durar essa condição. Mães solteiras receberão, automaticamente, duas cotas do benefício.


A verificação de renda para receber o auxílio será feita pelo Cadastro Único do Ministério da Cidadania. Trabalhadores informais que não estavam inscritos no Cadastro antes do dia 20 de março poderão participar por autodeclaração.


A Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado estima que o auxílio emergencial vai beneficiar diretamente 30,5 milhões de cidadãos — cerca de 14% da população do país, segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). E a estimativa de seu custo é de R$ 59,9 bilhões em 2020 — o equivalente a 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do país no ano passado.

Discussão

O senador Alessandro Vieira destacou que o novo coronavírus precipitou a “maior crise sanitária dos últimos 100 anos” para o mundo, o que terá inevitáveis reflexos econômicos sobre a vida da população. Dessa forma, argumentou ele, é preciso garantir recursos para proteger as vidas dos cidadãos.
— Nós não podemos escolher entre ter ou não ter essa crise. Ela está aí, é um fato. Nós podemos, sim, escolher como enfrentá-la e como sair dela. O auxílio é essencial para evitar que, diante de uma situação de desespero, os trabalhadores deixem as suas casas e se exponham à doença para trazer comida para a sua família.

Alessandro também cobrou a rápida sanção e regulamentação da iniciativa, e defendeu que o Congresso pressione o Executivo pela implementação do auxílio.

— O recurso não vai chegar lá na ponta por graça dos nossos discursos, ele não vai chegar lá por "mitada" na internet. É preciso muito trabalho duro no mundo real para garantir que isso aconteça.

O projeto recebeu várias emendas de senadores para que o auxílio fosse estendido a categorias profissionais vulnerabilizadas pela crise, como taxistas, pescadores artesanais, agricultores familiares e catadores. Alessandro Vieira preferiu rejeitar todas as propostas para evitar que o projeto precisasse voltar para a Câmara, mas ressaltou que essas emendas poderão ser incorporadas a projetos que tramitam no Senado e que também tratam de programas de renda mínima. É caso do PL 873/2020, do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que poderá ser votado nesta terça-feira (31).


O papel do governo federal na aprovação do auxílio emergencial foi motivo de discordâncias durante a votação do respectivo projeto. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), atribuiu ao presidente Jair Bolsonaro o valor final de R$ 600, afirmando que o Congresso havia, inicialmente, decidido pelo valor de R$ 500.

— Isso mostra a sensibilidade e o empenho do presidente para levar um valor maior a todos que serão atingidos pelas consequências do combate ao coronavírus — avaliou.
Senadores da oposição, no entanto, lembraram que a iniciativa original do Ministério da Economia previa apenas R$ 200 para cada trabalhador informal, e que o governo não se mobilizou para encaminhar uma proposta formalizada ao Congresso.

Os senadores Randolfe Rodrigues e Paulo Paim (PT-RS) observaram que o presidente poderia ter encaminhado o auxílio emergencial na forma de medida provisória, que já teria validade imediata, mas não o fez. O projeto aprovado nesta segunda-feira teve origem em um texto que já tramitava na Câmara dos Deputados, e só terá validade depois de sanção presidencial e regulamentação pelo Executivo.


Já o senador Humberto Costa (PT-PE) classificou o governo como “fracassado” na reação à pandemia.

— Este governo continua sendo incapaz, incompetente e despreparado. O Congresso precisa estar unido para tentar impedir que o conjunto de ações tresloucadas feitas por esse presidente não venha a prosperar — criticou ele.

Mudanças no BPC

Além do auxílio emergencial, o projeto também trata do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Um de seus efeitos será, na prática, o adiamento das novas regras de concessão para 2021.
Segundo regra promulgada na semana passada, após derrubada de veto presidencial pelo Congresso Nacional, o BPC deve passar a ser concedido a idosos e pessoas com deficiência de famílias que recebam até meio salário mínimo per capita. No entanto, o PL 1.066/2020 indica que essa mudança só valeria a partir de 2021.

Isso acontece porque, originalmente, o único conteúdo do projeto se referia a essa mudança no BPC — quando o texto foi apresentado, o Congresso ainda não havia feito as mudanças que foram aprovadas nesta segunda-feira. O projeto foi usado como veículo para o auxílio emergencial, mas manteve também suas medidas originais.


A senadora Zenaide Maia (Pros-RN) havia apresentado requerimento para que o Senado suprimisse esse dispositivo, presente no texto original, para não prejudicar a aplicação imediata das novas regras para o BPC. No entanto, se houvesse a retirada do dispositivo, o projeto teria que retornar à Câmara dos Deputados, conforme explicaram o senador Alessandro Vieira e o presidente em exercício do Senado, Antonio Anastasia. Zenaide, então, optou por retirar o destaque, para que a questão seja abordada em uma outra proposta a ser apresentada no futuro.


O projeto aprovado nesta segunda-feira até prevê a possibilidade da aplicação antecipada das novas regras, mas somente para casos específicos e apenas enquanto durar o estado de calamidade pública.​ Assim, a aplicação das novas regras não seria universal (não valeria para todos os beneficiários) e teria de seguir critérios como grau de deficiência, grau de dependência da família e comprometimento da renda com despesas médicas.




Fonte: Agência Senado
O ex-deputado federal Sétimo Waquim (PMDB), participou na última quinta-feira ( 18 ) da reunião do PMDB no Maranhão. Na oportunidade, em conversa com o jornalista Diego Emir, ele falou que deve assumir o comando da Codevasf no Maranhão, mas o que chamou atenção foi a disputa política em Timon. Sétimo afirmou que não existe chance dele se aliar com Alexandre Almeida.
Ao ser questionado sobre uma possível aliança com o deputado estadual, Sétimo Waquim disparou:

“Esse menino fala muita besteira. Alexandre fica inventando umas coisas que não existem”.
O peemedebista confirmou a intenção de sua esposa, Socorro Waquim, de disputar a prefeitura de Timon, hoje governada por Luciano Leitoa ( PSB).
A declaração de Sétimo Waquim é um balde de água fria em Alexandre Almeida que vem espalhando na cidade de Timon que já está eleito prefeito da cidade, pois vai conseguir unir as oposições timonenses.

Do Blog do Diego Emir
foto: internet
Dep. Federal Aluisio e Henrique Júnior
O Secretário Municipal de Meio Ambiente de Timon, Jailson Oliveira não tem mais como se segurar na presidência do Partido da Social Democracia Cristã, o PSDC. A sigla deverá mudar de comando nos próximos dias. 

Partido que abriga o deputado federal Aluísio Mendes e o deputado estadual Paulo Neto, a legenda deverá passar em Timon para o comando do suplente de deputado estadual, Henrique Júnior ou do ex-vereador Jaconias Morais. 

Nos bastidores fala-se que o partido estaria mais próximo do comando de Henrique Júnior, suplente de deputado estadual do PEN e homem que apoiou o deputado federal Aluísio Mendes nas eleições do ano passado no município timonense. Comenta-se até que decisão neste sentido já teria sido tomada pela direção estadual.

Ex-vereador Jaconias Moraes
 
Mas entre os amigos de Jaconias Morais, a mudança na direção da sigla em Timon não deverá acontecer sem um entendimento com o ex-vereador de quatro mandatos. Nome mais expressivo de apoio ao deputado estadual Paulo Neto nas eleições do ano passado em Timon, oportunidade que o parlamentar do PSDC conseguiu em dez dias arrancar 899 votos sem se quer visitar a cidade na campanha, Jaconias estaria também com interesse na direção do PSDC.

Secretário Municipal Jailson Oliveira


Por enquanto, o site do Tribunal Regional Eleitoral não registrou mudança na direção do PSDC municipal mesmo com a provisória já vencida. 

Fato mesmo que existe nesta história é só o de que Jailson Oliveira não permanecerá na direção da sigla. A mudança tem como principal causa o fato do secretário municipal ter sido fiel ao grupo do prefeito Luciano Leitoa nas eleições do ano passado apoiando integralmente todos os candidatos do chefe do executivo local. 

Pesa ainda um outro fator: O do PSDC ter alinhamento com a oposição ao governo Flávio Dino, e portanto, fora do raio de influência do prefeito Luciano Leitoa e os partidos ligados ao governo do estado. 

(Elias Lacerda)
Um jovem com o nome de Paulo Roberto, teceu um comentário no Facebook, sobre o comportamento do deputado estadual Alexandre Almeida (PTN) que é candidato a reeleição. Esse mesmo comentário gerou uma repercussão muito grande na rede social, segundo o jovem, o fato transcrito ocorreu na cidade de Paraibano - MA.
Vejam abaixo o print do comentário:


Desabafo sobre Alexandre Almeida

Pra quem apostava que a Deputada Estadual Eliziane Gama (PPS) não iria acompanhar o grupo de oposição, quebrou a cara !!!
Nesse Momento, Eliziane está reunida no hotel Hollday inn, em São Luís, anunciando oficialmente sua adesão ao grupo e falando de sua pré-candidatura a Deputada Federal. No momento várias lideranças do Estado encontram-se em apoio a Eliziane.
Com o apoio do PPS, sobe para nove o número de partidos até o momento enfileirados com a pré-candidatura majoritária de Flávio Dino.


Prefeito Luciano leitoa e Governador Eduardo Campos.
O prefeito de Timon, Luciano Leitoa é o novo presidente do PSB do Maranhão. A decisão foi tomada pela direção estadual do partido. Mostrando que é homem dos mais influentes  dentro da sigla do presidente nacional  Eduardo Campos, o prefeito ainda emplacou seu aliado e homem de confiança em Timon, Netto JS, como secretário geral do partido.
A nova diretoria foi divulgada em nota que pode ser conferida abaixo. Nela há a sugestão do nome do vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha, como possível candidato a governador nas próximas eleições.
 

Nota Oficial da Presidência Estadual do PSB/MA

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) apresenta a nova composição de sua Comissão Executiva Estadual, destinada a coordenar a trajetória partidária para os enfrentamentos eleitorais do próximo ano.
A nova Comissão tem o desafio de, em sintonia com a Executiva Nacional, reafirmar os rumos de crescimento e consolidação que permitiram ao partido crescer a ponto de tornar-se uma alternativa nacional de poder e capaz de fazer avançar as conquistas sociais duramente alcançadas pelo povo brasileiro.
Nesse quadro o PSB do Maranhão alinha-se àqueles que buscam dar um salto de qualidade na nossa vida política.
Autoriza-nos a crescente confiança que o eleitorado brasileiro tem depositado em nossas propostas, mercê da reconhecida capacidade gerencial que temos demonstrado em municípios e estados. Somos um partido com história, princípios e doutrina política.
Entendemos que é nosso dever prosseguirmos associados, como sempre estivemos, às forças populares e aos movimentos de conquistas democráticas de nosso país.
A executiva maranhense do partido acompanha e participa das discussões internas que buscam demarcar a presença do PSB no espectro partidário, à altura de sua tradição e da consolidação de sua presença institucional.
Esse debate naturalmente refletirá na decisão que o partido vier a tomar frente ao próximo pleito eleitoral no Estado.
Entendemos que sob tal perspectiva estaremos aptos a oferecer opções a todos os cargos em disputa, notadamente o Governo estadual, para o qual temos excelentes quadros como é o caso do vice-prefeito de São Luís, Roberto Rocha.
O PSB se dispõe a somar, aglutinar, unir e avançar estrategicamente em favor da construção de uma nova realidade para o nosso Estado.

Compõem a nova Executiva Estadual os seguintes membros:

•Presidente: Luciano Leitoa
•Vice-Presidente de articulação majoritária: Roberto Rocha
•Vice-Presidente de articulação institucional: Ribamar Alves
•Secretario Geral: João Bento da Silva Neto
•Primeiro Secretario: Zé Carlos Reis
.Secretaria de Finanças: Rosa Amélia Costa.
•Secretario de movimentos Sociais: Daniel Lindoso

Luciano Leitoa

Presidente da Executiva Estadual do PSB


Elias Lacerda.
FlávioDino e Weverton Rocha

A executiva nacional do PDT bateu o martelo. O candidato a vice-governador na chapa do presidente da Embratur, Flávio Dino, será o deputado federal Weverton Rocha.
O recado foi dado pelo presidente nacional do PDT,o ex-ministro do trabalho, Carlos Lupi. Ele esteve dia 10, em São Luís -MA, e condicionou o apoio do seu partido à Flávio Dino com a indicação do vice da chapa.
Lupi, que é muito amigo de Weverton, deixou claro na sua passagem pelo Maranhão que o PDT não abre mão da vice no projeto do comunista Flávio Dino.
O ex-ministro do Trabalho já sinalizou ao PDT que o seu indicado será Weverton Rocha,agora considerado por Igor Lago, filho do ex-governador Jackson Lago, como traidor das causas Pedetistas.


Blog do João Costa.