Mostrando postagens com marcador PESQUISA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PESQUISA. Mostrar todas as postagens

 

Eduardo Braide lidera em todo os cenários.




Não adianta tapar o sol com a peneira: os números oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acabam de carimbar o que as ruas já estão gritando. A nova pesquisa Real Time Big Data trouxe um verdadeiro terremoto político que desenha o futuro do nosso estado. Eduardo Braide (PSD) disparou e se isolou na liderança absoluta com impressionantes 44% das intenções de voto. O recado do povo é claro, direto e cirúrgico: o Maranhão já sabe quem quer ver na cadeira de governador.


Enquanto a campanha de Braide avança como um rolo compressor, o grupo que está no poder amarga um cenário de puro desespero. Orleans Brandão (MDB), o homem que o sistema tenta empurrar goela abaixo do eleitor, aparece estagnado com 31%. Nem mesmo a força gigantesca da máquina pública e o sobrenome do tio, o governador Carlos Brandão, conseguiram fazer o sobrinho decolar. A verdade nua e crua é que o eleitor cansou de herdeiros políticos. O Maranhão quer um gestor testado, não alguém que depende de parentesco para existir nas pesquisas.

O Xeque-Mate no Segundo Turno: A Vitória é Questão de Tempo


Os dados mostram que o resultado já está desenhado. E quando olhamos os cenários de segundo turno, não existe dúvida: Eduardo Braide engole qualquer adversário que colocarem na frente dele. O jogo já começou decidido!


Cenário de Disputa DiretaEduardo BraideAdversárioO Resultado nas Urnas
Cenário 152%38% (Orleans Brandão)Vitória esmagadora sobre o sistema
Cenário 262%22% (Felipe Camarão)Humilhação eleitoral no segundo turno
Cenário 358%25% (Roberto Rocha)Frente ampla e indiscutível

 

O gatilho da rejeição: Como você vai governar um estado se o povo não te quer? Orleans Brandão carrega uma rejeição explosiva de 28% dos maranhenses que dizem que não votam nele de jeito nenhum. Para piorar, apenas 18% têm coragem de dizer que votam nele com certeza. Ou seja: a candidatura do grupo governista está derretendo antes mesmo de a campanha oficial começar.


A Mente do Eleitor Já Mudou.

Preste muita atenção no sinal que as urnas estão mandando: Braide tem uma base blindada. São 30% de eleitores fiéis que votam nele de olhos fechados e mais 33% que admitem que vão votar nele. Isso se chama autoridade construída com trabalho. O maranhense aprendeu o caminho de volta para casa e não aceita mais ordens de cima.


O crescimento de Eduardo Braide rumo ao governo do Maranhão é um movimento natural e imparável. Tentar segurar Braide hoje é como tentar parar a chuva com as mãos. O Palácio dos Leões que se prepare, porque a mudança já tem data e hora para acontecer!

Dados Oficiais: A pesquisa, contratada pelo próprio instituto Real Time Big Data, ouviu 1.600 eleitores entre os dias 6 e 7 de julho de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o índice de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE sob o número MA-04311/2026.


 
É com uma reviravolta digna de novela que a corrida eleitoral para o Governo do Maranhão em 2026 começa a esquentar, e a grande estrela desse enredo não é ninguém menos que Eduardo Braide, o atual prefeito de São Luís. Os dados divulgados pelo site Marrapá, em uma pesquisa exclusiva do Instituto Exata, revelam o que muitos já suspeitavam: Braide não apenas lidera a disputa, mas se consolida como uma força política inquestionável, deixando a concorrência a ver navios.


O Fenômeno Braide: Liderança e Incomodando o Poder

Enquanto o grupo do Palácio dos Leões, liderado pelo governador Carlos Brandão, se empenha em uma tentativa desesperada de emplacar seu próprio nome — o sobrinho Orleans Brandão —, a pesquisa mostra que o tiro pode sair pela culatra. Braide surge como o principal desafiante, com um apoio avassalador que o coloca muito à frente dos demais.

No cenário com todos os pré-candidatos, Braide dispara com 35,42% das intenções de voto. É uma liderança tão expressiva que Orleans Brandão, com seus modestos 19,67%, e o ex-prefeito Lahesio Bonfim, com 13,08%, mal conseguem ameaçar seu domínio. A pesquisa escancara o que a política de bastidores já sussurrava: o prefeito de São Luís tem um crescimento meteórico no eleitorado maranhense, e isso está fazendo a classe política tremer.


O Confronto Final e a Rejeição que Pesa

E a situação fica ainda mais dramática quando os cenários se afunilam. Em uma disputa direta, Braide x Orleans, o resultado é um verdadeiro nocaute: 47,08% para o prefeito, contra apenas 25% para o secretário. Essa diferença brutal não deixa margem para dúvidas sobre quem o eleitorado maranhense prefere.

Além disso, a pesquisa traz uma bomba-relógio para os adversários de Braide: a rejeição. Enquanto o prefeito de São Luís tem uma taxa de rejeição notavelmente baixa, com apenas 11,33%, seus concorrentes patinam em números assustadores. Felipe Camarão lidera o ranking do repúdio com 28,67%, seguido de perto por Orleans Brandão (28,17%) e Lahesio Bonfim (27,42%).

Esses números não são apenas estatísticas; são um grito de alerta. A popularidade crescente de Braide, combinada com a alta rejeição de seus adversários, desenha um cenário em que a eleição de 2026 pode ser mais do que uma disputa: pode ser uma consagração. Eduardo Braide, com sua performance política, está se tornando não apenas um forte candidato, mas um virtual governador, deixando a velha guarda política do Maranhão em uma situação de desespero e incerteza. A corrida eleitoral nunca esteve tão emocionante, e o nome do grande favorito já está na boca do povo.


Uma recente pesquisa da Vox Brasil Pesquisa Marketing, divulgada traz à luz o panorama atual da corrida pelo Palácio dos Leões nas eleições de 2026. O estudo, realizado entre os dias 12 e 17 de abril de 2025, auscultou 1.050 eleitores em 31 municípios maranhenses e aponta o atual prefeito de São Luís; Eduardo Braide, na vanguarda das intenções de voto.

De acordo com o apurado, Braide lidera com 31,90% das intenções, seguido pelo ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, com 22,20%. Em terceiro lugar, o vice-governador Felipe Camarão acumula 11,16%; logo após, o ex-senador Roberto Rocha atinge 9,04%, e Orleans Brandão figura com 8,47%. A pesquisa também expõe que 9,62% dos entrevistados manifestaram a intenção de anular o voto, enquanto 7,61% declararam indecisão ou preferiram não opinar.

Em um segundo quadro, sem a participação de Eduardo Braide, o cenário eleitoral ganha novos contornos: o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, emerge como favorito, alcançando 36,29% das intenções de voto. O atual vice-governador, Felipe Camarão, registra 17,80%, seguido por Orleans Brandão, com 11,05%, e Roberto Rocha, com 9,53%. Outros 12,57% dos entrevistados sinalizaram voto nulo, e 12,76% demonstraram incerteza ou optaram pelo silêncio.

No tocante à rejeição, Roberto Rocha ostenta o maior índice, com 27,35%. Na sequência, o ex-governador e chefe da pasta da Justiça, Flávio Dino, soma 17,04% de rejeição. Já o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahesio Bonfim, aparece com 11,05%, seguido de perto pelo prefeito de São Luís, Eduardo Braide, com 9,52%. Outros nomes citados foram o secretário de Educação Felipe Camarão, com 7,91%, e a ex-governadora Roseana Sarney, com 8,09%. A rejeição aos postulantes também se projeta na opção pelo voto nulo, apontada por 10,95% dos entrevistados, enquanto 8,09% preferiram não se manifestar. O levantamento possui margem de erro de 4,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

 Pesquisa ISTOÉ/Sensus realizada a partir da terça-feira 21 reafirma a liderança de Aécio Neves (PSDB) sobre a petista Dilma Rousseff nos últimos dias da disputa pela sucessão presidencial. Segundo o levantamento que entrevistou 2 mil eleitores de 24 Estados, o tucano soma 54,6% dos votos válidos, contra 45,4% obtidos pela presidenta Dilma Rousseff. Uma diferença de 9,2 pontos percentuais, o que equivale a aproximadamente 12,8 milhões de votos. A pesquisa também constatou que a dois dias das eleições 11,9% do eleitorado ainda não decidiu em quem votar. “Como no primeiro turno, deverá haver uma grande movimentação do eleitor no próprio dia da votação”, afirma Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus. Se for considerado o número total de votos, a pesquisa indica que Aécio conta com o apoio de 48,1% do eleitorado e a candidata do PT 40%.
14983235364_cd8a5e56b2_o.jpg
Aécio Neves seria eleito presidente do Brasil se a eleição fosse hoje, afirma Sensus
 
De acordo com Guedes, a pesquisa realizada em cinco regiões do País e em 136 municípios  revela que o índice de rejeição à candidatura de Dilma Rousseff se mantém bastante elevado para quem disputa. 44,2% dos eleitores afirmaram que não votariam na presidenta de forma alguma. A rejeição contra o tucano Aécio Neves é de 33,7%. Segundo o diretor do Sensus, a taxa de rejeição pode indicar a capacidade de crescimento de cada um dos candidatos. Quanto maior a rejeição, menor a possibilidade de crescimento. Outro indicador apurado pela pesquisa Istoé/Sensus diz respeito á votação espontânea, quando nenhum nome é apresentado para o entrevistado. Nessa situação, Aécio também está à frente de Dilma, embora a petista esteja ocupando a Presidência da República desde janeiro de 2011. O tucano é citado espontaneamente por 47,8% dos eleitores e a petista por 39,4%. 0,2% citaram outros nomes e 12,8% disseram estar indecisos ou dispostos a votar em branco.
 
Para conquistar os indecisos as duas campanhas apostam as últimas fichas nos principais colégios eleitorais do País: São Paulo, Minas e Rio de Janeiro. O objetivo do PSDB e ampliar a vantagem obtida em São Paulo no primeiro turno e procurar virar o jogo em Minas e no Rio. Em São Paulo, Aécio intensificou a campanha de rua, com a participação constante do governador reeleito, Geraldo Alckmin, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. De acordo com as pesquisas realizadas pelo comando da campanha de Aécio, em Minas o tucano já estaria na frente de Dilma e a vantagem veio aumentando dia a dia na última semana. Processo semelhante ocorreu em Pernambuco, depois de Aécio receber o apoio explícito da família de Eduardo Campos e do governador eleito, Paulo Câmara. Os mesmos levantamentos indicam que no Rio de Janeiro a candidatura do senador mineiro vem crescendo, mas ainda não ultrapassou a presidenta. Para reverter esse quadro, Aécio aposta no apoio de lideranças locais, basicamente de Romário, senador eleito pelo PSB, que deverá acompanhá-lo nos últimos atos de campanha. Para consolidar a liderança, Aécio tem usado os últimos programas no horário eleitoral gratuito para apresentar-se ao eleitor como o candidato da mudança contra o PT. Isso porque, as pesquisas internas mostram a maior parte do eleitor brasileiro se manifesta com o desejo de tirar o partido do governo.
 
No comando petista, embora não haja um consenso sobre qual a melhor opção a ser colocada em prática nos dois últimos dias de campanha, a ordem inicial é a de continuar a apostar na estratégia de desconstrução do adversário. Nas duas últimas semanas, o que se constatou é que, ao invés de usar parlamentares eleitos para esse tipo de ação – como costumava fazer o partido em eleições passadas -- os petistas escalaram suas principais lideranças para a missão, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a própria candidata. Os petistas apostam no problema da falta d’água para tirar votos de Aécio em São Paulo e numa maior presença de Dilma em Minas para procurar se manter á frente do tucano no Estado.   
 
 
PESQUISA ISTOÉ/Sensus
 
Realização – Sensus
Registro na Justiça Eleitoral – BR-01166/2014
Entrevistas – 2.000, em cinco regiões, 24 estados e 136 municípios do País
Metodologia – Cotas para sexo, idade, escolaridade, renda e urbano e rural
Campo – De 21 a 24 de outubro
Margem de erro - +/- 2,2%
Confiança – 95%

Fonte: IstoÉ
Com vantagem de quase 38 pontos em relação ao segundo colocado, Flávio Dino (PCdoB) seria eleito governador pelo Maranhão – é o que traz a pesquisa do Instituto DataM contratada pelo jornal Atos e Fatos. Se as eleições fossem hoje, o pré-candidato da oposição teria 58,2% dos votos maranhenses, contra 20,7% de Edinho Lobão Filho (PMDB) apoiada pelo grupo Sarney.
               

Com vantagem de quase 38 pontos em relação ao segundo colocado, Flávio Dino (PCdoB) seria eleito governador pelo Maranhão – é o que traz a pesquisa do Instituto DataM contratada pelo jornal Atos e Fatos. Se as eleições fossem hoje, o pré-candidato da oposição teria 58,2% dos votos maranhenses, contra 20,7% de Edinho Lobão Filho (PMDB) apoiada pelo grupo Sarney.

Às vésperas das convenções que confirmarão as candidaturas partidárias, a pesquisa DataM/Atos e Fatos avaliou o desempenho de todos os pré-candidatos com candidaturas colocadas até o momento. Em terceiro lugar estaria José Luís Lago (PPL) com 1,5%, seguido de Saulo Arcângeli (PSTU) com 0,9% e Antonio Pedrosa (PSOL) com 0,3%. Brancos e nulos somam 5% e não responderam resultam 13,5% dos entrevistados.

Este é o cenário que dá início às eleições de 2014 no Maranhão, que promete ser polarizada entre Flávio Dino e Edinho Lobão Filho. O primeiro representando o grupo de oposição e o segundo com apoio do grupo Sarney, que hoje ocupa o Palácio dos Leões.

Num eventual segundo turno, em que haveria disputa direta entre os dois, Flávio Dino venceria com 62,9% dos votos contra 21,8% de Edinho Lobão Filho. 10,6% não souberam responder e 4,6% disseram que votariam em branco ou nulo. No cenário vizinho ao início da disputa eleitoral, Flávio Dino mantém a vantagem nas pesquisas que tem sido divulgadas desde 2013.




A pesquisa foi realizada em 50 municípios e ouviu 1499 eleitores de todas as regiões do estado entre os dias 18 e 23 de junho. Seu registro está na Justiça Eleitoral com protocolo MA-0015/2014 e BR-00183/2014.

Edinho possui maior rejeição entre candidatos

A pesquisa avaliou ainda a rejeição dos pré-candidatos ao Governo. Perguntados “em quem não votariam de jeito nenhum”, 31,5% dos eleitores responderam rejeitar a candidatura de Edinho Lobão, seguida de rejeição de Antonio Pedrosa que apresentou 13,8% neste quesito, Saulo Arcangeli com 9,4%, Zé Luís Lago com 9% de rejeição e, por último, Flávio Dino, com 8,6%.

Nessa questão, 2,6% disseram que votaria em todos, 4,1% responderam branco ou nulo e não sabem/não responderam somou 20,8% dos entrevistados.



Fonte da Pesquisa: Data M / Atos e Fatos