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Restitui - o filme


Uma experiência com Deus, a dor por uma perda, a necessidade de ter uma comunhão mais profunda com o Pai foi o que gerou a canção: “Restitui”, escrita pelo cantor e compositor Davi Sacer e gravada pelo Ministério Apascentar com venda de 1 milhão de cópias. A música transformou-se em uma oração, um clamor profundo de pessoas que buscam até hoje o consolo, a paz e a cura: a restituição do que se perdeu. E o produtor executivo Alexander Albuquerque transformou esta canção em um projeto inovador. Restitui será lançado, ainda neste ano de 2013, em livro e filme, como a primeira parte de uma trilogia, que inclui outros dois projetos cinematográficos.
Primeiro será lançado o livro. Baseado em fatos reais, a obra vai relatar a vida de um ex-policial militar que cometeu um crime e foi preso. Dentro da cadeia ele teve um encontro com uma missionária evangélica. Eles se apaixonam e ela lhe apresenta o Evangelho de restituição. O texto escrito por Marcus Gregório, pastor presidente do Ministério Apascentar Internacional, e por Polyanna Spínola Dias, jornalista, vai relatar em detalhes a vida de Adaílton, o personagem principal, e sua grande experiência de restituição, trazendo palavras de encorajamento e de reflexão para o leitor em cada parte da história. Com prefácio de Davi Sacer e revisão do agente literário, Andrey do Amaral, o livro está em fase final de revisão e tem previsão de lançamento para agosto. Mesmo antes de ser lançado já foi sondado para ser incluído na listagem dos Pontos de Leitura do Ministério da Cultura (MinC), que promove a leitura no Brasil junto às Secretarias de Cultura municipais e estaduais.
O segundo projeto é o longa-metragem. Produzido pela Lagoa Filmes e com divulgação da Globo Filmes o projeto conta com a participação do Pr. Marcus Gregório, e do próprio autor da canção: Davi Sacer. Aprovado pela ANCINE em dois meses, um tempo recorde já que o normal é de seis meses a um ano, recebeu um incentivo de R$ 1.700.000,00. O filme já está em fase de captação e iniciando a pré-produção e em sua ficha técnica constam cinco profissionais brasileiros, um chinês e dois alemães: Alexander Albuquerque (produtor executivo), Zhai Sichen (diretor), Pedro Henrique Ferreira (roteirista), Polyanna Spínola Dias (co-roteirista), Verônica Brendler (captação), Tiago Rios (diretor de fotografia), Beatriz Pimentel (produtora cultural) e André Picinatt (trilha sonora).
Finalizando o projeto Restitui será feita a regravação de cinco canções do CD, a princípio para internet, e pelo menos um videoclipe. A voz do projeto será de Marsena Helena, cantora, que já gravou “Arde outra vez” e “Me ama”, com mais de 900 mil visualizações no youtube.
“Ser convidada para este projeto foi uma surpresa misturada com susto. Eu cantava a canção Bendito Serás nos meus devocionais quando minha avó sofreu derrame. Eu só enxergava esperança no Senhor. E quando eu O encontrava no meu quarto, cantava essa e outras músicas para Ele.” As músicas desse CD Restituição regaram minha fé. E eu nunca imaginei que Deus me surpreenderia lá na frente com as mesmas músicas que eu cantava para Ele”, declarou Marsena.
O projeto Restitui chega ao mercado resgatando as artes no cenário gospel. “A ideia é que este projeto, tanto do livro, quanto do filme e das músicas, possam influenciar a nossa geração a seguir os princípios que Cristo nos ensinou.”, explicou o produtor Alexander Albuquerque.
Contatos do Projeto Restitui
E-mail: contato@restituiofilme.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/restituiofilme
verdadegospel

Deputado Marco Feliciano permanece na presidência da CDHM

Mesmo com a pressão política constante e o posicionamento contrários de ativistas que tumultuaram as sessões da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), Marco Feliciano não sai da presidência.

Everaldo Pereira, vice-presidente do partido de Feliciano, afirmou hoje: “O PSC não abre mão da indicação feita pelo partido. Avaliza e repito: não abre mão da indicação feita. O deputado Marco Feliciano foi eleito por maioria dos membros da comissão. Se ele estivesse condenado pelo Supremo [Tribunal Federal], nem indicado seria. Feliciano é um deputado ‘ficha limpa’, tendo então todas as prerrogativas de estar na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias”.

Para o PSC, o pastor “não é racista e nem homofóbico” e acredita que ele “já se desculpou por colocações mal feitas. Qualquer um pode deslizar nas palavras, pode errar”.
Marco Feliciano chegou à reunião da bancada nesta tarde escoltado por seguranças. Estavam presentes cerca de 20 pastores de diversas denominações evangélicas para prestar seu apoio.

Uma faixa estendida diante da entrada da sala onde ocorreu a reunião anunciava: “E se Jesus renunciasse, o que seria do mundo? Marco Feliciano, não renuncie, estamos com você. Assinado: povo cristão”.

A ideia foi da pastora Edenilza Araújo, que diz não estar comparando o pastor a Jesus. Ela explica que a comparação é da “pressão” sofrida por ambos.
O vice-presidente do PSC lembrou aos presentes do histórico do partido, que apoiou as campanhas do ex-presidente Lula e da deputada Benedita da Silva (PT-RJ), que é negra, quando ela foi candidata à prefeitura do Rio de Janeiro.

Pediu ainda que as lideranças dos demais partidos da Câmara respeitem a indicação do PSC e alertou. “Não fazemos ameaças, mas se for preciso convocar centenas de militantes que pensam como nós também vamos convocar”.

A decisão do PSC não encerra a polêmica envolvendo Feliciano, já que algumas das declarações do pastor deputado geraram denúncias do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, no Supremo Tribunal Federal.

O STF já intimou Feliciano a comparecer a um interrogatório em 5 de abril, onde deverá prestar esclarecimentos sobre os processos movidos contra ele a um juiz federal.
Durante uma entrevista ao programa “Pânico na Band”, Feliciano disse que só sairia morto da presidência da Comissão e disse à revista Veja que em 2014 as coisas “serão muito diferentes”, e que se considera traído pelo PT, que o apoiou quando foi indicado para a presidência da CDHM e depois recuou, voltando-se contra ele.

Gospel prime


É de estarrecer o comportamento de membros da oligarquia que se propõem ao serviço ‘sujo’ de atingir pessoas meramente por perseguição ou interesses políticos contrariados.
Desqualificar o prefeito Edivaldo Holanda Júnior por não ter participado de um evento de carnaval querendo associar, de maneira torpe, tal fato a sua condição religiosa é no mínimo desleal, rasteiro, jogar baixo.
É notório que o atual prefeito é evangélico. Foi criado no evangelho, desde criança, e assim continuou durante sua carreira política como vereador, deputado federal e agora prefeito. A população, sabendo disso, não por menos lhe fez o vereador e, por conseguinte, o deputado mais votado de São Luís, independente do seu credo e apeguismo a Deus.
Agora, em 2012, na campanha de prefeito, não foi diferente. Edivaldo foi eleito e todos já sabiam da sua fé, cantada e decantada durante toda a eleição. Afinal, qual o problema nisso? Ser um servo de Deus, seguidor – de verdade – dos seus ensinamentos é uma grande virtude, e não defeito! Não há nada que desabone Edivaldo neste item. É conferido em um estado laico em que vivemos o cidadão optar pelo que achar melhor no campo religioso. Seja católico, espírita, judeu etc.
Dizer que foi desrespeito à população o prefeito não ter ido ao evento de entrega da chave da cidade é querer distorcer, descontextualizar e manipular os fatos. Todos esses termos desairosos aí.
Vejamos bem. Provando que seu credo religioso não se misturará com os atos da sua gestão, uma vez que governa para todos (não somente um segmento), Edivaldo investiu na realização do carnaval. Além do circuito da praça Maria Aragão, ele descentralizou a festa em vários bairros da cidade.
A intenção é levar para mais perto dos moradores as brincadeiras, atitude enaltecida pelos brincantes.
Assim sendo, pois bem, cai por terra o argumento de que o prefeito, por ser ‘crente’, não iria realizar a festa momesca. A fez e ainda equacionou parte dos recursos a Saúde, medida correta/sensata aprovada pela população.
Quanto às críticas de que não foi à cerimônia de entrega simbólica da chave da cidade à Corte Momesca de 2013, Edivaldo (certamente trabalhando) designou como autoridade para tal o vice-prefeito, Roberto Rocha, que legitimamente abriu oficialmente o carnaval de São Luís.
Neste caso, a prefeitura esteve representada. Nenhum problema nisso, nenhum desrespeito. Ou a ausência de Edivaldo prejudicou a população e a cidade? Houve mortos e feridos, prejudicados ou lesionados por conta disso? Evidente que não. Nem poderia.
Seria falta de respeito, sim, todos nós concordaríamos, se a Prefeitura ficasse alheia ao Carnaval bem como não direcionasse nenhum investimento ou estrutura para a festa pagã. Daí os críticos teriam toda razão. O que não ocorreu.
Vale ressaltar que há católicos, espíritas, budistas etc. que não gostam do carnaval, preferem se recolher, ler, orar, rezar, meditar em vez da prática do hedonismo, aos prazeres da carne que em nada colaboram para o crescimento espiritual. Sem falar de todos os abusos, práticas de violência e, até às vezes, mortes que ocorrem neste período. Vale aqui meditação: se fosse um prefeito católico, caso faltasse no evento citado acima, será se falariam também que este não teria comparecido por ser católico? Hum…
Se a simples presença em festas e eventos carnavalescos significasse algo, o Maranhão não seria um estado atrasado, pobre, ocupando sempre os últimos lugares nos indicadores sociais, pois quando o assunto é show, baladas e zoação a governadora Roseana é frequentadora assídua, Expert no assunto. Já quando é para trabalhar… É preferível o trabalho às festividades.


(Do Blog John Cutrim)